Depois do Trauma

Ana G.

Publicado por Ana G. em Fevereiro 8, 2010

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HIPNOSE – Estudo – ISPA

Publicado por Ana G. em Fevereiro 2, 2010

“Caro(a) colega Sou Cláudia Carvalho, psicóloga e investigadora no ISPA – Instituto Universitário (Lisboa) e venho solicitar a sua colaboração num estudo que estou a coordenar no qual se pretende conhecer as opiniões dos profissionais de saúde (psicólogos, médicos, enfermeiros) acerca da hipnose.

As suas respostas serão descarregadas numa base de dados sem qualquer identificação da sua origem. Por favor disponibilize alguns minutos do seu tempo para responder às seguintes questões.

Clique aqui

AGRADECEMOS DESDE JÁ A SUA PARTICIPAÇÃO QUE É DETERMINANTE PARA O SUCESSO DESTE ESTUDO.

Cláudia Carvalho, PhD ISPA – Instituto Universitário Unidade de Investigação em Psicologia & Saúde (UIPES)

Rua Jardim do Tabaco, 34 1149-041 Lisboa – Portugal “

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EUA: Investigadores transformam célula da pele em neurónio

Publicado por Ana G. em Janeiro 28, 2010

Investigadores da Universidade Stanford, nos EUA, desenvolveram uma técnica que transforma células da pele directamente em neurónios, sem passar pela etapa de «célula embrionária».

Em tese, isso permitiria produzir neurónios in vitro, em grandes quantidades, para o tratamento de lesões e doenças que afectam o sistema nervoso, como traumas medulares, esclerose múltipla ou a doença Parkinson. As células seriam derivadas da pele do próprio paciente, sem risco de rejeição.

Baptizadas de neurónios induzidos (iN, na sigla em inglês), as novas células foram capazes de formar sinapses e transmitir impulsos eléctricos in vitro – um forte indício de que são células funcionais. Ou seja: não só parecem neurónios, mas também funcionam como tal. «Podemos dizer que as nossas células são qualitativamente equivalentes a neurónios verdadeiros», disse o investigador Thomas Vierbuchen, da Universidade Stanford, na Califórnia.

As células ainda não foram testadas em animais, apenas in vitro. Outra ressalva é que a técnica só foi testada em células de camundongo. Mas a expectativa é grande de que funcione também em células humanas.

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Neuropsicólogo para o IPNP

Publicado por Ana G. em Janeiro 27, 2010

O Instituto de Psicologia e Neuropsicologia do Porto procura 1 Neuropsicólogo (M/F) para integrar um projecto a desenvolver no seu Departamento de Neuropsicologia.

Solicita-se o envio de candidaturas para geral@ipnp.pt, colocando em assunto “Candidatura Neuropsicologia”, e anexando o Curriculum Vitae.

As candidaturas serão recepcionadas até ao final do mês de Fevereiro, e os pré-seleccionados serão contactados telefonicamente para marcação de entrevista.

Desde já agradecemos a todos o envio das candidaturas e a divulgação a eventuais interessados.

Com as nossas mais cordiais saudações, IPNP

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Um ano depois de ter sido submetido, ora aqui está :)

Publicado por Ana G. em Janeiro 21, 2010

 

Na Acta Médica Portuguesa

Tanta coisa já se passou depois disto. Well, pensando bem, não foi assim tanta coisa…

VIVA A PROCRASTINAÇÃO DOS DOUTORANDOS!

:D

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Blog do SexLab

Publicado por Ana G. em Janeiro 20, 2010

O SexLab, unidade de investigação em Sexualidade Humana da Universidade de Aveiro, que integra também uma rede internacional de Laboratórios de Sexologia (“SEXLAB”), possui um blog, com o objectivo de se aproximar mais da população em geral e, sobretudo, de informar acerca dos progressos das suas investigações.

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10º Congresso da Federação Europeia de Sexologia

Publicado por Ana G. em Janeiro 20, 2010

De 9 a 13 de Maio de 2010 vai realizar-se no Porto um importante evento científico para estudantes, profissionais e demais interessados na temática da sexualidade humana.

Tendo como tema  “Sexology, Past, Present & Future: Celebrating a Century of the Multidisciplinary Science of Sex”, este congresso internacional abrange quase todas as áreas a que a sexologia se dedica, quer em termos de investigação, quer em prática clínica.

LOCAL ORGANIZING COMMITTEE
President Pedro Nobre (Aveiro, Portugal)
Honorary President Francisco Allen Gomes (Coimbra, Portugal)
Vice Presidents Ana Alexandra Carvalheira (Lisboa, Portugal)
Júlio Machado Vaz (Porto, Portugal)
General Secretary Jorge Cardoso (Lisboa, Portugal)
Treasurer Sandra Vilarinho (Porto, Portugal)
Secretaries Patrícia Pascoal (Lisboa, Portugal)
Tiago Reis Marques (Coimbra, Portugal)
Members at Large Ana Gomes, Cátia Oliveira, Joana Carvalho, Pedro Laja (Aveiro, Portugal)

 

                                                                                    MAIS INFORMAÇÕES

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Na Revista NS’ do JN e DN…

Publicado por Ana G. em Dezembro 21, 2009

 

… encontramos este artigo da Isabel Freire, publicado no último Sábado, dia 19/12.

Foto de Rui Coutinho

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All Over The World :))

Publicado por Ana G. em Dezembro 14, 2009

Contra tudo e contra todos, os “Garrett” disseminam-se por aí, qual praga ou peste. Até servem para detector de perigos vários nos aeroportos do mundo, como tive oportunidade de registar, junto ao controlo de bagagens e passageiros, em Heathrow.

 

Quem não gostar, faça um Clube, tipo CAG (Clube Anti Garrett) :D

ZILEF LATAN :)

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Bah

Publicado por Ana G. em Novembro 20, 2009

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BOAS NOTÍCIAS

Publicado por Ana G. em Novembro 19, 2009

Um estudo recente conduzido pela Universidade de Lisboa mostrou que cada português caminha em média 440 km por ano.

Outro estudo feito pela Associação Médica de Coimbra revelou que, em média, o português bebe 26 litros de Vinho por ano.

Isso significa que o português, em média, gasta 5,9 litros aos 100km, ou seja… é económico!

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Obrigada…

Publicado por Ana G. em Novembro 19, 2009

… pelo primeiro aniversário do fim do pesadelo;

pelo 2º mês de casamento feliz ;)

mummy, miss you…

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Ordem dos Psicólogos

Publicado por Ana G. em Novembro 12, 2009

imagemAqui.

 

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Déjà Vu… ;)

Publicado por Ana G. em Novembro 2, 2009

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Há 20 anos ocorria a primeira aprovação da toxina botulínica com foco nas suas indicações terapêuticas.

Publicado por Ana G. em Novembro 2, 2009

923685_not_fotA toxina botulínica está sendo usada como um importante instrumento para a reabilitação neurológica. Pacientes com paralisia cerebral, traumatismo craniano, acidente vascular cerebral e lesões medulares costumam apresentar espasticidades – o aumento no tônus que provoca a rigidez excessiva da musculatura e restringe o paciente a realizar atividades simples, como se vestir, comer, andar, e a higiene pessoal.

Com a aplicação da toxina A, os pacientes ganham mais qualidade de vida. O medicamento promove o relaxamento muscular, o que minimiza contrações involuntárias e a rigidez excessiva. “Hoje o foco está concentrado no tratamento das espasticidades e os resultados são muito positivos“, avalia a neurologista Fernanda Maia. Os efeitos são tão positivos, que os especialistas reconhecem o surgimento da toxina botulínica como um marco divisor no tratamento de transtornos do movimento. “A recompensa é muito positiva. Antes, o paciente chegava ao consultório e não existia alternativa de tratamento. Hoje, a técnica é adotada como modificadora da qualidade de vida, que é tão importante quanto o aumento de anos de vida“, pontua.

Ela ressalta que existem várias outras indicações, mas que não estão disponíveis no sistema público de saúde. “As pesquisas comprovam o excelente uso da toxina botulínica A no tratamento de sialorreias (excesso de saliva), hiperidrose (excesso de suor) e até alguns tipos de dores de cabeça“, exemplifica.

No caso das sialorreias e hiperidrose, a toxina botulínica A inibe a atuação do nervo. Do mesmo jeito que paralisa o músculo que faz a força, paralisa as glândulas, que também usa a acetilcolina, para a fabricação de saliva e suor. A aplicação deve ser contínua, em média, a cada seis meses. Em relação às dores de cabeça, a neurologista adverte que apenas alguns casos recebem a indicação. “As pesquisas apontam que a toxina é indicada para a contração muscular na região cervical. Mas como o tratamento é muito caro, é usado pouco no Brasil porque existe a limitação econômica já que não é coberto pelo sistema público de saúde“, finaliza. (Viviane Gonçalves)

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Amor e Sexualidade

Publicado por Ana G. em Outubro 31, 2009

A minha querida Isabel Freire embarcou numa nova viagem. É uma espécie de viagem ao passado, para nos dar a conhecer o que se passava nos anos 50 em Portugal com a sexualidade dos portugueses. Confesso que estou curiosa e entusiasmada. Parece-me um período com tanta sensualidade. Peculiar, bem sei, mas muito interessante.

Força, Isabel, vais brilhar! :)

AMOR E SEXUALIDADE NA DÉCADA DE 50, EM PORTUGAL

Este Blog acompanha um estudo de carácter jornalístico sobre as representações do amor e da sexualidade, nos anos 50, no nosso país. Trata-se de uma investigação que será publicada em livro (destinado ao público em geral), pela Editora Esfera dos Livros.
..
 Quais os contextos socioculturais dominantes/desviantes nas relações amorosas e sexuais, na década de 50, em Portugal?
 
Por lá vai poder encontrar:
-Excertos de testemunhos de especialistas;
-Apontamentos biográficos de pessoas que na década em causa viveram a sua adolescência, início da idade adulta.
-Citações, notas, apontamentos sobre a época, na perspectiva analisada;

 

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Publicado por Ana G. em Outubro 28, 2009

Na semana passada terminou um dos maiores congressos científicos mundiais, o congresso da sociedade americana de neurociências em Chicago.

Reunindo cerca de 32 mil neurocientistas e afins, é nessa Meca científica que diversas novidades na área são anunciadas. Este ano não foi diferente.

Dentre os diversos assuntos tratados no congresso, resolvi relatar aqui algumas novidades sobre tratamentos em lesões físicas diretas na medula. Esse tipo de lesão pode afetar diretamente os feixes nervosos que levam a informação do cérebro às outras regiões do corpo. O trauma também pode afetar regiões que circulam esses nervos, como ossos e vasos nervosos, atingindo indiretamente o funcionamento da medula.

Obviamente, dependendo da região lesionada, os efeitos causados podem ser mais ou menos pronunciados. Ou seja, quanto mais próximo do pescoço (cervical), maior será a área atingida, pois os efeitos são sentidos, geralmente, em regiões abaixo da lesão. A gravidade dos sintomas também dependem da natureza da lesão nos nervos, completa ou apenas parcial.

É interessante notar que, por razões éticas e morais, não existe experimentação em humanos. A maior parte do que sabemos vem de modelos animais. No entanto, fomos aprendendo com o tempo que diferentes espécies têm diferentes capacidades de recuperação. Por exemplo, camundongos conseguem se recuperar mais rapidamente de uma lesão do que ratos. Ratos têm melhores índices de recuperação do que porcos. Suínos já não se recuperam tão facilmente e são, provavelmente, os animais experimentais que mais se assemelham aos humanos. Mesmo assim, roedores são as espécies mais utilizadas, principalmente por uma questão financeira e de espaço.

Estudos apresentados no congresso de neurociência sugerem que a dieta rica em gordura e baixa em carboidratos afeta a taxa de recuperação de ratos lesionados. Outro estudo demonstrou boa resolução em novas técnicas para o isolamento de células-tronco indiferenciadas antes do transplante, como forma de evitar o surgimento de um indesejado tumor, agravando o quadro clínico. O estudo aponta para melhores práticas num futuro tratamento com células-tronco em humanos, o que será imprescindível. Avanços na indução da recuperação pela própria plasticidade neural da medula, por meio da adição de fatores de crescimento, também foram relatados.

Apesar de tantas novidades na área, o melhor tratamento em humanos continua sendo a terapia física. Interessante notar que novos dados estão confirmando isso nos modelos animais. Em um experimento interessante, roedores foram treinados a usar o sistema locomotor de formas diferentes, por exemplo, andando para trás ou para os lados. Note que roedores só costumam andar para frente.

Para treiná-los a andar em outras direções, o animal foi suspenso numa “maca” que deixa suas patas de fora. As patas encostam numa esteira que se move em diversas direções. Assim, ao girar a esteira para frente, o animal, intuitivamente, começa a andar para trás, como que tentando compensar sua posição. O mesmo tipo de exercício é feito para os lados.

Depois de algum treino, os animais já se sentem mais confortáveis e executam os movimentos compensatórios naturalmente. Como se tivessem “aprendido” a andar em outras direções. Pois bem, após o treinamento, os animais foram submetidos a uma cirurgia para causar um tipo de lesão medular controlada – todos os animais tiveram o mesmo tipo de lesão. Como grupo controle, foram utilizados indivíduos que não tinham passado pelo treinamento anteriormente.

A comparação entre os dois grupos sugere que os animais que aprenderam a usar os movimentos inconscientes da esteira conseguiram se recuperar significativamente mais rápido das lesões do que os sedentários. O resultado pode ser parcialmente validado em humanos, para os quais existem dados mostrando que atletas têm um nível de recuperação melhor do que não atletas. Mas não me parece exatamente a mesma coisa.

A explicação dos resultados pelo grupo de pesquisa responsável é interessante. Não se baseia nas explicações tradicionais de plasticidade neural (capacidade que o cérebro tem de reorganizar as redes neuronais após um ferimento, por exemplo). De acordo com as observações feitas, os animais que tiveram o treinamento prévio utilizaram-se dos truques aprendidos na esteira para acelerar sua recuperação.

Obviamente, a lesão impediria que a memória cerebral e consciente desse aprendizado auxiliasse nesse processo, pois a comunicação com o cérebro fora interrompida. Como explicar então o uso dos conhecimentos adquiridos pelos roedores na recuperação? O grupo sugere que existem “memórias” estocadas na medula espinhal e os animais que receberam o treino conseguem se lembrar de usá-las durante o período de recuperação.

O conceito é novo e arrojado em neurociência. Jamais ninguém ousou propor que a medula também serviria como estoque de memória, mesmo que seja física. Se isso for realmente verdade, vai revolucionar a forma como vemos a integração do cérebro com o resto do sistema nervoso. Em geral, existe essa  tradicional “separação” em neurociência: os que estudam o cérebro (grande responsável pelas emoções, memórias e cognição) e os que estudam a medula, responsável por movimentos inconscientes e motores.

Talvez essa visão compartimentada e tradicional do sistema nervoso esteja ficando ultrapassada. Vou ainda mais longe: caso isso se comprove, podemos aprender a usar esse tipo de memória física para estocar outros tipos de memória, fazendo um backup de informações importantes na medula ou simplesmente liberando espaço no cérebro para atividades de execução.

Em geral, o estudo da ciência básica acaba fornecendo substrato para pesquisas mais aplicadas. Aqui parece que aconteceu o contrário. Ao tentar desenvolver protocolos para tratar da lesão da medula espinhal, potencialmente novos conceitos fundamentais do sistema nervoso estão sendo revelados.

PS: A ausência de referências no texto é proposital. Os trabalhos relatados nessa coluna não foram ainda publicados em revistas com avaliação por pares. Portanto, devem ser encarados como preliminares, apenas.

Fonte: g1.com

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Con Te Partiro…

Publicado por Ana G. em Setembro 24, 2009

Voar está nas minhas veias como Tu estás.

E Voar Contigo muda tudo.

“Con te partiro
paesi che non ho mai
veduto e vissuto con te
adesso si li vivre
con te partiro
su navi per mari
che io lo so
no no non esistono pie
Con te io li rivivre”

O meu maior medo? Não ser capaz de Te agradecer por Tudo o que me estás a Dar.

A minha maior gratidão? Estar a Viver em Paz o que me Dás.

A minha maior tristeza? 12 meses sem Te Ver Viva, sem Te Cheirar Viva, sem Te Tocar Viva.

A minha maior compensação? Sentir-Te Todos os Dias na Minha Vida.

Olha aqui o que Vimos Juntas, sentadinhas, durante 2 horas… “Con Te Partiro” ;)

AlGuRes EnTre LisBoa e PaRis

AlGuRes EnTre LisBoa e PaRis

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Ooooooooooooooooooh

Publicado por Ana G. em Setembro 10, 2009

O Amor

E Aqui Começa a Verdadeira Vida.

E eu estou a gostar tanto, tanto, tanto, tanto, que agora ficava aqui a escrever a palavra “tanto” para Sempre :)

Do resto do Mundo não sei, mas por mim, vou beber esta “coisa” até à última gota, tipo Mini :D

Obrigada, Mummy ;)

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Publicado por Ana G. em Setembro 1, 2009

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E vão 10…

Publicado por Ana G. em Agosto 5, 2009

 

… hoje tem sido Dia 5…

… e Amanhã é Dia 6…

 

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Sabem uma coisa?

Publicado por Ana G. em Julho 28, 2009

Vou hibernar.

Estou na Fase da Moratória.

Até já*

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Publicado por Ana G. em Julho 16, 2009

Durante anos tive a martelar-me na cabeça aquela frase de T. S. Eliot. Depois passou-me com o Tempo. Quer dizer, fui, paulatinamente, desistindo. Não da frase, mas do seu significado, ou pelo menos da forma como eu o interpretava.

Acerca do esquecimento pouco há a dizer. As coisas duram o tempo que devem durar e não adianta transformar isso numa questão epistemológica. A duração das coisas é consequência da qualidade do “tecido” de que são feitas. E, a não ignorar, do empenho na manutenção que se lhes imprime.

Temos dois elementos de uma matriz muito complexa de aparência, porém extremamente frágil e fácil de apagar: o esquecimento e a duração. A surpresa reside quando o eclipse da matriz surge, muitas vezes, veloz e irreversível.

Mas falta o importante. Falta uma espécie de banda sonora que acompanha a duração das coisas e que teima em fugir ao esquecimento quando ele deveria ser Impreterível. É a Música, portanto.

Esta manhã, quando olhei para o Meu Lado Esquerdo ao acordar, lembrei-me da frase do Eliot e percebi que afinal nunca fez sentido. Quando se entra nas coisas a acreditar nas condicionantes da duração, mais vale ficar à porta.

Vês? Tão bom. Foi a Maior coisa que aprendi Contigo. Ensinaste-me que “You Are The Music While The Music Lasts” do Eliot, deverá Nesta manhã ser substituído por “You Were The Music While The Music Lasted”, da Ana.

A boa notícia é que a descoberta apenas se traduz em Ti. Logo, fiquemos assim, em Ponto-Morto. Ou seja, já Te ouvi repetidamente e não me apetece mais experimentar novas nuances do som da Tua Música. Prefiro deixar o Eliot em Paz e não ficar à porta de Nada, percebes? Quero ser capaz de entrar Sempre e absorver Tudo o que estiver dentro do Tudo.

Escuta, assim devagarinho, ao ouvido: afinal, não destruíste nada. Isn’t that funny? :)

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num fórum…

Publicado por Ana G. em Julho 13, 2009

Deficientes descobrem novas formas de prazer

Quando Antônio Jorge Alves perdeu o movimento das pernas, lhe doeu muito saber que precisaria usar um outro tipo de cadeira, diferente de todas nas quais ele já havia se sentado. “Quando me deram a cadeira de rodas, eu disse que não ia querer”, lembra. Mas tão difícil quanto usar cadeira de rodas foi trocar o modelo da sua cama. Logo depois do acidente, a esposa de Antônio tratou de vender o leito de casal em que os dois se deitavam. “Esse gesto foi a maior decepção de quando eu fiquei deficiente”, diz, com um tom magoado.
A situação enfrentada por Antônio Jorge Alves é a imagem precisa para definir as dores que a deficiência física pode causar. Afinal, há lesões muito mais graves de que aquelas que tiram o movimento das pernas, braços, ou mesmo de todo o pescoço para baixo. Se não receber apoio da família e não encontrar força psicológica para superar o problema, o deficiente pode ficar mutilado em sua estima, e se sentir incapaz para várias realizações, inclusive para amar.
“No amor, o deficiente precisa aprender a valorizar outras sensações”, explica o psicólogo Adriano Baratta, que atuou no Sarah. Além de estudioso do tema, Adriano viveu na própria pele essa realidade. Foi tudo muito rápido. Um mergulho de cabeça, uma forte pancada, o sangue misturado com a água. A medula se comprimiu, e Adriano ficou tetraplégico. Ele ganhou um novo corpo, e a cadeira de rodas virou companheira constante. Foi preciso recomeçar. “Quando retomei a vida sexual, tive a mesma sensação e insegurança de minha primeira vez”, lembra. “O sexo mudou. A mulher passou a assumir um papel mais ativo na relação”.
A sexualidade do deficiente físico é muito mais complexa do que se pode imaginar. Assim como ocorre com todas as pessoas, não dá para dizer que os corpos reagem de forma igual aos estímulos da carne. Tudo depende de inúmeros fatores, como altura da lesão na medula, gravidade da fratura, capacidade psicológica para enfrentar o problema, e qualidade no processo de reabilitação. “Nem todas as pessoas chegam a ter comprometimento da função sexual após a lesão”, explica o urologista Márcio Josbete Prado.
Lógica complexa.
Apesar do incidente da cama de casal, Antônio Jorge não deixou de ter um leito grande o suficiente para caber outras necessidades que não o sono. Em 1994, ele se separou da mulher e hoje, com uma certa freqüência, troca de namoradas. Mas, como sua cama, o sexo ficou pela metade. Ou melhor: assim como sua cama, o sexo mudou de formato. “Eu consigo manter ereção, mas não ejaculo nem sinto prazer. Atualmente, meu prazer maior é satisfazer minha parceira”.
Até hoje, Antônio tem, guardada nas costas, uma bala de revólver, triste lembrança daquele assalto. Foi tudo muito rápido, sempre é rápido. De repente, o pequeno pedaço de metal quente atravessou seu corpo, e ele caiu por cima das próprias pernas. “Foi horrível. Não sei porque, me senti como uma câmarade ar”. O tiro atingiu a coluna, e a medula ficou lesionada. A lesão impediu a comunicação entre os membros inferiores e o cérebro, e por isso Antônio deixou de movimentar as pernas. Mas, se é assim, como se explica o fato de ele ter ereção?
“Na ereção reflexa, não é preciso a comunicação com o cérebro”, diz Josbete Prado. O problema é que, muitas vezes, as ereções reflexas não são suficientes para o estabelecimento de uma relação sexual. “Às vezes, esse tipo de ereção dura pouco e não tem a rigidez necessária”, completa Prado. Mas para isso, existem vários santos remédios, como alguns não deficientes bem sabem. Viagra, papaverina, e mesmo a utilização de um anel que funciona como um garrote, mantendo o sangue dentro do pênis. Há também a possibilidade de colocação de prótese, feita com um fio de platina dentro de um tubo de silicone.
Há ainda muitos outros tratamentos. Quase todos têm suas contra-indicações e possíveis efeitos colaterais, e precisam de recomendação médica. Além do mais, “nada disso promove a ejaculação nem o prazer”, explica Prado. Adriano Barata completa: “Enquanto a pessoa acreditar que a sexualidade se limita apenas à genitalidade, será muito difícil descobrir novas formas de sentir o sexo”.
Novas possibilidades.
Depois que ficou paraplégico, Sandro Mota, 28 anos, passou a se preocupar muito mais com as preliminares. “Com Sandro, eu aprendi que sexo não é apenas penetração”, diz Rafaela Cunha, 23 anos, sua namorada. Sandro e Rafaela se conheceram na faculdade. Quando, pela primeira vez, ele a convidou para sair, Rafaela ficou mentalizando como Sandro iria lhe buscar. “Fiquei imaginando se alguém teria que ir junto com a gente, dirigindo o carro”. Para a sua surpresa, ele chegou sozinho, comandando um automóvel adaptado. No dia que fizeram sexo pela primeira vez, Rafaela também ficou um pouco preocupada. “Não sabia direito como eu devia agir, tem toda a questão das sondas. Mas ele foi natural, e não me deixou nem um pouco constrangida”.
Sandro teve que aprender muita coisa sozinho depois do acidente. Logo no início, ele não ejaculava. “Já tinha me acostumado com a situação. Até que um dia, aconteceu”, lembra. “Fiquei muito feliz, porque o médico me disse que eu poderia ter filhos”. A possibilidade de ter filhos é outra preocupação muito comum entre os deficientes físicos. Prado explica que até mesmo o deficiente que não consegue ejacular pode vir a ter filhos, desde que a zona da medula responsável pelo reflexo da ejaculação não tenha sido lesionada. “É preciso que se induza o reflexo da ejaculação”, explica. Isso pode ser feito com o estímulo de um vibrador que atinja a freqüência de 60Hz.
No caso das mulheres, a deficiência física não as faz perder a fertilidade – pode acontecer a dificuldade de manter a gravidez. Em termos fisiológicos, outra conseqüência é a perda da lubrificação – e esse problema pode ser resolvido com o uso de lubrificantes externos. E, se a lesão for total, a capacidade de alcançar o orgasmo acaba. Mas prazer é algo que pode ser reinventado – e, nas mulheres, isso é mais fácil. Afinal, culturalmente, o sexo feminino aprendeu a dar mais importância a outros aspectos que vão muito além da simples penetração.
Tesouro escondido.
Mesmo depois do fatídico acidente de carro, Mara Gabrilli continua experimentando subidas bem íngremes, com emoções de montanha russa. “Eu não sinto aquela descida do prazer”. Faz pouco tempo que Mara descobriu que essa subida incessante, sem um ponto final, era sua nova sensação de orgasmo. “Um dia percebi, é isso!”, diverte-se. Todo dia, Mara aprende alguma coisa com seu corpo. Desde que ela sofreu o acidente, passou a ver o sexo por outros ângulos, literalmente. “Da primeira vez foi estranho. Via muito o teto do quarto!”. Querendo alcançar um céu bem mais alto que o telhado, Mara se esforçou para desvendar os segredos do seu corpo, como se ele fosse um complicado mapa de escondidos tesouros. Com o tempo, ela mesma foi se descobrindo. E atualmente, sempre entrega o mapa da mina aos seus namorados. “Eu levo na esportiva. Vou dizendo, passo a passo, o que ele tem que fazer, pra onde ele precisa me carregar”. Às vezes, os pedidos são bem simples. “Peço um abraço”.

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Directrizes Internacionais para a Utilização os Testes

Publicado por Ana G. em Julho 8, 2009

Tomem lá, agora já não há desculpas…

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Iuuuuupiiii, GANHÁMOS!

Publicado por Ana G. em Julho 8, 2009

Uma pesquisa do National Health and Social Life Survey indica que a disfunção sexual feminina é superior à masculina. Em mulheres entre 18 e 59 anos, 32% revelaram não ter interesse por sexo e 22% não acham o sexo uma fonte de prazer.

E pronto.

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B.,

Publicado por Ana G. em Julho 7, 2009

 

Eu sei que estás a passar menos bem, mas olha AQUI como essas histórias costumam terminar ;)

Portanto, UP UP e UP!

E aqui estou eu para te dar colo nos intervalos de cada um dos passos :)

Adoro-te, seu tonto.

 

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Genial :)

Publicado por Ana G. em Julho 6, 2009

Who’s Gonna Save My Soul

Obrigada ao Amigo Paulo pelos acontecimentos altamente improváveis, imprevisíveis e de grande impacto! :)

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Goniómetro

Publicado por Ana G. em Julho 5, 2009

A Infopédia diz que um gomiómetro consiste num aparelho para a medição de ângulos. Ok, até aqui, tranquila :)

O pedido de SOCORRO chega quando se lê que também são muito usados para fazer a pontaria das armas de artilharia.

Bolas, afinal não é só para dar ares! Meeeeeeeeedooooooooooooooooo…

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9.

Publicado por Ana G. em Julho 5, 2009

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Estava assim o final da manhã. Tranquilo, parado, quente, claro.

Conseguiste ir embora primeiro que eu.

Mas sei onde estás. Vou sabê-lo sempre.

Senta-te aqui ao pé de mim, temos coisas novas para conversar, porque “os olhos no escuro ainda podem ver”.

I’m holding your hand.

E ouve comigo a nossa música: Aqui.

Até já*

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θα ήταν το guarana?

Publicado por Ana G. em Julho 4, 2009

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;)

Publicado por Ana G. em Julho 3, 2009

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tudo tem um lado lunar (?)

Publicado por Ana G. em Julho 2, 2009

A OMS diz que:

“A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual, ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental.”

Mas também pode ser: estranha, desconfortável, confusa, esquisita, desagradável,  disgusting e, particularmente, evitável.

Oooppss, se calhar estou com SPM :D

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E pronto, a ignorância ao seu mais alto nível:

Publicado por Ana G. em Julho 2, 2009

Campanha à porta das escolas

Plataforma Resistência Nacional incentiva pais a recusar aulas de educação sexual

Elementos da Plataforma Resistência Nacional começam hoje a distribuir cartas para que, na matrícula dos filhos, os pais não autorizem a frequência das aulas de educação sexual.

“As crianças portuguesas não podem ser cobaias de uma experiência educativa sobre aulas de educação sexual”, refere Artur Mesquita Guimarães, membro da comissão executiva da recém-criada Plataforma Resistência Nacional (PRN).

Contra as aulas de educação sexual na escola, a Plataforma inicia hoje, na Escola Júlio Brandão, em Famalicão, a entrega a pais e encarregados de educação de uma carta/matrícula. O documento, composto por um texto base onde os pais informam a escola de que não autorizam os filhos a participar “em qualquer aula, acção ou aconselhamento relativo a educação sexual”, deve ser assinado e entregue no acto da matricula ou da renovação da matricula de cada aluno.

“A carta que os pais devem entregar na escola que os filhos vão frequentar é juridicamente válida e ninguém deve ter medo de fazer valer os seus direito de educar os filhos”, frisa Mesquita Guimarães, pai de seis crianças, três delas a frequentar escolas públicas.

“A educação sexual dos nossos filhos é da nossa competência e é algo que fazemos, como pais, desde o seu nascimento, de um modo natural, integrado, progressivo, completo e respeitando as exigências das suas necessidades concretas, do seu crescimento e da sua dignidade pessoal”, refere a carta que a Plataforma quer que os pais entreguem nas escolas.

A distribuição das cartas será feita na rua. “Não pedimos autorização a ninguém para entregar as cartas aos pais porque estamos a agir dentro da legalidade”, diz a mesma fonte. A Plataforma Resistência Nacional criou já um gabinete jurídico on-line para responder a dúvidas que os pais ou encarregados de educação possam ter.

A legislação que prevê a existência da disciplina de educação sexual na escola ainda não foi aprovada. Contudo, os promotores da carta defendem que, na escola, os alunos apenas aprendam “a parte biológica do sexo”.

“A escola tem de respeitar a vontade dos pais e, mesmo sem as aulas de educação sexual, deve dar liberdade aos alunos para que assistam ou não a conferências ou palestras sobre esse assunto”, afirma ainda Artur Mesquita Guimarães. “Em todo o país, no maior número possível de escolas, queremos que os pais não autorizem os filhos a frequentar as aulas de educação sexual.”

“Não temos problemas com a educação sexual, apenas pomos em causa a obrigatoriedade de frequentar as aulas e o modelo proposto que não oferece qualquer garantia científica”, remata Mesquita Guimarães. A PRN tem mais de 400 apoiantes na ‘lista de cidadãos’, disponível na página da plataforma na Internet.

Fonte: Lusa

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rapazes, toca a abrandar o ritmo ;)

Publicado por Ana G. em Junho 30, 2009

Numa conferência sobre fertilidade, o autor da investigação, David Greening, explicou que tinha aconselhado os casais que tomaram parte na pesquisa a fazer sexo apenas a cada dois ou três dias e, para já, os resultados mostram-se positivos: o esperma de oito em cada dez homens revelou uma diminuição de 12% nos danos do ADN, ao fim de sete dias de sexo. Depois desta semana, os espermatozóides registaram também um ligeiro aumento na sua mobilidade.

Segundo a BBC, a teoria defendida pelo médico é de que o esperma, enquanto fica nos testículos, tem maiores probabilidades de acumular danos no DNA, além dos espermatozóides se tornarem mais lentos. O esperma está também sujeito à acção negativa dos radicais livres – pequenas moléculas reactivas que podem causar estragos nos genes e levar à morte das células – quando fica armazenado nos canais que o transportam para fora dos testículos.

David Greening admitiu que é necessário aprofundar o estudo para saber se uma vida sexual activa tem o mesmo efeito nos homens sem problemas de fertilidade, mas alertou também que fazer sexo diariamente durante um período muito prolongado pode levar a uma diminuição excessiva do esperma.

Ainda assim, recomendou “muito sexo” na altura em que a mulher está a ovular, já que à medida que os homens envelhecem o sexo deixa de ser tão frequente e, consequentemente, há maiores dificuldades em conceber. “Talvez estejamos a culpar as mulheres quando os casais envelhecem, mas pode haver um contributo do homem”, destacou o médico.

DN Ciência

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V Curso de Pós- Graduação em Sexologia Clínica da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica

Publicado por Ana G. em Junho 28, 2009

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Publicado por Ana G. em Junho 25, 2009

mana

Meu Amor

Tem Um Dia Feliz

Um Ano Feliz

Uma Vida Feliz

Parabéns, mana-mummy

LoveYou*

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Chop suey de células-tronco: Huang Hogyun

Publicado por Ana G. em Junho 25, 2009

“Quarenta dias após passar pela polêmica cirurgia de aplicação de células-tronco na China, o advogado Djalma Ermenegildo Júnior, de 24 anos, relata em Cuiabá os mistérios mantidos na clínica chinesa sobre o procedimento e a experiência internacional na tentativa de voltar a andar. Djalma ficou tetraplégico há dois anos, após ser espancado por três seguranças da boate Z100, na Capital.

A clínica do médico Huang Hogyun é uma das pioneiras na implantação de células-tronco no mundo. Djalma chegou a Pequim no dia 9 de maio. “No aeroporto, o motorista da clínica estava me esperando. Fomos direto para lá. Apesar de ser um local em que se trabalha com algo tão revolucionário, que são as células-tronco, o lugar é muito simples. Foi até um choque, porque a gente paga caro e as coisas são arcaicas”, conta.

Djalma relata que o local funciona como uma espécie de referência em reabilitação no outro país. “Fiquei na ala para estrangeiros, onde havia cerca de 10 leitos, mas só outras duas pessoas estavam internadas, uma do Brasil e outra da Ucrânia”, diz. A comunicação com a equipe médica é toda em inglês. O advogado relata que ao chegar à clínica no sábado, passou por coleta de sangue para exame.

“Na segunda-feira, os médicos vieram até a gente – viajei com minha prima enfermeira -, e explicaram sobre os riscos da cirurgia. Eles não garantem nenhuma melhora, mas não espero uma mágica e, sim, progressos que melhorem minha qualidade de vida. Na hora, fiquei com medo, pois era anestesia geral, mexem na medula. Fiquei com receio de perder todos os avanços que já consegui até aqui”, fala.

Djalma ficou tetraplégico e agora já consegue movimentar os braços e mãos, realizando atividades que não exigem muita coordenação motora, pois ainda não consegue fechar e abrir os dedos. Na quarta-feira (13 de maio), a equipe formada por três médicos e mais o doutor Huang, que coordena a operação, realizou a cirurgia em Djalma, que permaneceu por cinco horas no centro cirúrgico.

“Eles aplicam as células no local que foi lesionado. Aplicaram em mim células de embriões e também minhas próprias células, mas não vi de onde tiraram. Eles mantêm muito mistério sobre a cirurgia. São fechados, por mais que a gente pergunte. Minha prima, que é enfermeira, não pôde assistir. Talvez queiram manter a técnica em segredo”, analisa.

Após sair da sala de cirurgia, Djalma foi levado para o quarto, onde ficou cinco dias sem poder levantar e nem mesmo mexer o pescoço, área onde sofreu o corte para realização da intervenção médica. “Só no quinto dia pude tomar banho. Faz um mês agora e a região ainda está um pouco dolorida. Senti muita dor, mas é mais muscular, por ter ficado tanto tempo parado na cama”.

Depois da cirurgia, Djalma passou por três reaplicações de células-tronco na região medular. “Cada aplicação tinha cerca de dois milhões de células”. Agora, o advogado se prepara para retomar a rotina em Cuiabá, onde possui um escritório. A expectativa é que os progressos na retomada dos movimentos corporais apareçam daqui a quatro meses.”

Diário de Cuiabá

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Deficientes motores ‘presos’ em casa por falta de centros de reabilitação – associação

Publicado por Ana G. em Junho 20, 2009

Sem acesso a serviços de reabilitação de qualidade que lhes permita recuperar uma vida normal, muitos deficientes motores vivem ‘presos’ em casa, dependentes de familiares.

O alerta parte do presidente da Associação Portuguesa de Deficientes, Humberto Santos, que fala numa ‘muito reduzida taxa de cobertura de serviços de reabilitação’.

Em Portugal existem apenas três Centros de Medicina de Reabilitação: no Porto, em Alcoitão e na Tocha. ‘Teoricamente, quando saem do centro os doentes não precisam de fazer mais tratamento. Mas são muitos os que precisam de continuar a fazer reabilitação e por isso vão para ambulatório para manter o seu potencial’, explicou Jorge Lins, responsável clínico do Centro de Reabilitação Rovisco Pais, situado na Tocha.

Jorge Lins diz que ‘a rede de cuidados ambulatórios já não é muito má’, mas acredita que existam zonas do país onde a cobertura ainda é ‘deficiente’.

Já Humberto Santos afirma, com base nas queixas que chegam à associação, que ‘a cobertura dos serviços de reabilitação de qualidade é manifestamente insuficiente’.

‘Muitas zonas estão a descoberto. Ainda no outro dia houve uma pessoa que me disse que desde que saiu de Alcoitão nunca mais fez fisioterapia’, recorda Humberto Santos.

O especialista do Centro de Reabilitação da Tocha explica que todos os que precisam e não têm acesso aos tratamentos ’são prejudicados’, ou seja, ‘além de não potenciarem as suas capacidades ainda aumentam as suas incapacidades’.

Estas situações colocam as pessoas na dependência de terceiros quando poderiam ser muito mais autónomas e ter uma vida muitas vezes normal’, corrobora Humberto Santos, lembrando que há quem acabe por ‘ficar retido a uma cama, uma casa ou confinado a uma cadeira de rodas’.

Tiago Sousa sofreu um acidente em 2005 que lhe provocou uma lesão medular. Internado durante meio ano em Alcoitão, o atleta de alta competição estranhou ‘ver tantas cadeiras de rodas’ quando esteve no centro de reabilitação.

‘Lembro-me de ficar surpreendido com a quantidade de pessoas que existem nesta situação e que eu nunca tinha visto nem imaginava que existiam, porque não andam na rua’, recorda o jovem de 24 anos, que não tem dúvidas de que a falta de apoios e os obstáculos físicos que ainda existem no país ‘deixam muita gente presa a uma cama’.

Depois do internamento, Tiago optou por ter consultas privadas de fisioterapia, porque ‘no serviço de saúde pública o objectivo era apenas para manter e no privado era para melhorar’, explicou Paula Pimenta, a mãe do jovem. Hoje, Tiago, a quem começou por ser diagnosticado uma tetraplegia, já começa a dar os primeiros passos com a ajuda de muletas.

Mas Humberto Santos diz que nem todos os centros de recuperação têm a qualidade necessária. ‘Não se reabilita ninguém com meia hora de tratamento por dia, muitas vezes apenas uma ou duas vezes por semana. É preciso haver um trabalho diário no ginásio sem limitação de horas’.

Contactado pela Lusa, o Ministério da Saúde remeteu para mais tarde um eventual comentário.

Agência Lusa

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E não é que parece que temos um Projecto-de-Sol?

Publicado por Ana G. em Junho 19, 2009

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