Depois do Trauma

Ana G.

Arquivo de Outubro, 2007

Modelo de estímulos eróticos (David Reed)

Publicado por Ana G. em Outubro 30, 2007

Sedução

Refere-se a todas as coisas que devem ser feitas para seduzir alguém, com o intuito de ter sexo. 

Sensações

As pessoas estão abertas a todos os estímulos sexuais, como sendo, os sabores, os sons, os cheiros, os toques, as fantasias e o imaginário. 

Rendição

O orgasmo requer rendição e desistência do auto-controlo. Requer confiança em si e no parceiro. 

Reflexão

Revisão de todo o processo (experiência sexual) e análise dos sentimentos. Se foi uma experiência positiva então anseia-se pelo próximo ciclo (sedução). Por outro lado, se foi negativa, tende-se a evitar futuros encontros.

Simples, hein? ;)

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Parawalker

Publicado por Ana G. em Outubro 29, 2007

Os indivíduos com paraplegia, com lesões entre T1 e L3, podem caminhar com facilidade utilizando ortóteses específicas para marcha como o Parawalker, aparelho desenvolvido em um centro de pesquisa na Inglaterra e fabricado pela empresa alemã Otto Bock (também com representação em Portugal). Já disponível no Brasil, o aparelho é indicado para pacientes portadores de lesão medular que perderam o controle da musculatura das pernas, quadril e tronco e podem ficar livres da dependência da cadeira de rodas. Segundo a AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente – o Brasil registra 7 mil novos casos novos por ano de traumatismos na coluna resultando em paraplegias e tetraplegias.
O Parawalker é constituído por uma estrutura biomecânica fixada externamente ao corpo do paciente com articulações no joelho e quadril. O equipamento proporciona grande independência aos paraplégicos, que podem andar com o auxílio de canadianas. É um aparelho que anda sozinho, carregando o paciente, sendo que o movimento é realizado por meio de balanço.
O principal objectivo do Parawalker é permitir que o paraplégico deixe de utilizar a cadeira de rodas durante algumas horas do dia. Entre outras vantagens observa-se a diminuição do índice de úlceras de pressão, a redução da deformidade nas articulações, o número de infecções urinárias, uma melhoria na circulação periférica, promoção do funcionamento do intestino, diminuição da osteoporose e melhoria da auto-estima.
Cléber Renato Alves Pereira, de 22 anos, utiliza o equipamento. Vítima de um acidente de moto que o deixou paraplégico em 2001, ele sempre se movimentou com a cadeira de rodas, mas nunca desistiu do sonho de um dia voltar a andar. “É muito bom olhar para as pessoas na mesma altura. O esforço físico que eu faço para andar com o Parawalker é mínimo e os exercícios me dão muito mais disposição”, relata.
O uso do aparelho transforma os pacientes, porque provoca uma mudança de comportamento em pessoas que tinham pouca condição de viver de forma mais independente. Para Wilson Zampini, director geral da Otto Bock do Brasil, o Parawalker é um bom exemplo, que pode contribuir para uma profunda mudança na qualidade de vida dos pacientes que venham a utilizá-lo.

Para ver fotos e vídeo: IPO

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Rocha submersa

Publicado por Ana G. em Outubro 27, 2007

“Soube desde o primeiro momento que bati naquela rocha o que iria ser a minha vida. Houve 2 ou 3 dias que não me lembro de nada e foi bastante complicado quando comecei a recordar-me das coisas. Depois pensei que podia sair da cama e andar por ali; nunca tinha estado antes num lugar tanto tempo sem me poder mexer. A traqueotomia foi a coisa pior, foi realmente assustador. Tentava dizer uma coisa e todos percebiam outra e isso foi muito frustrante, ficava tão zangada… era como se não conseguisse nunca mais comunicar com ninguém.Toda a gente me disse que as coisas iriam melhorar mas eu nunca acreditei em ninguém que me dissesse isso, foi como se estivesse a lutar contra eles, mas nunca consegui acreditar. Não ser capaz de fazer as coisas por sozinha e ter que aceitar que façam por mim, deixou-me desesperada e muito desanimada, como se fosse um bebé…
Foi um longo período de incertezas…”.

J., 28 anos, tetraplégica, acidente de mergulho.

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Precisa-se Formador(a)

Publicado por Ana G. em Outubro 25, 2007

Precisa-se de pessoa licenciada em Serviço Social, com CAP (Certificado de Aptidão Pedagógica), para dar 3 ciclos de formação na Tocha. A formação incide nas seguintes grandes áreas:

1 – intervenção social na comunidade

2 – maus tratos, abusos e comissões de protecção de menores

Os 3 ciclos têm uma duração de 90 horas no seu total e o preço a pagar a(0) formador(a) por cada hora é  27€

Enviar CV detalhado para: 16022@ufp.pt - resposta urgente até 31 de Outubro.

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Vidas em jogo

Publicado por Ana G. em Outubro 24, 2007

“Falar de células-tronco é falar de esperança. Já se sabe que são o futuro da medicina regenerativa. Retomo o tema, aqui, no jornal O Estado de S. Paulo, no momento em que dois fatos de suma importância estão prestes a acontecer: o Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá o destino das pesquisas brasileiras com células-tronco extraídas de embriões e, nos Estados Unidos, o neurocientista Hans Keirstead, da Universidade da Califórnia, poderá tornar-se o primeiro a testar a terapia com células-tronco embrionárias em seres humanos.
A lei brasileira que autoriza as pesquisas foi aprovada em março de 2005 pelo Congresso Nacional (96% dos senadores e 85% dos deputados federais foram favoráveis), mas foi contestada pela Procuradoria-Geral da República como inconstitucional. O argumento é que fere o direito à vida e à dignidade humana. Afora a polêmica moral – pesquisar as células de um embrião humano é um passo imperdoável para muitos -, ninguém se atreve a negar o potencial extraordinário das células-tronco embrionárias para a cura de doenças genéticas, degenerativas e neurológicas graves e, muitas, fatais.
Enquanto corremos o risco de proibição das pesquisas no Brasil, os laboratórios americanos poderão revolucionar o tratamento e a expectativa de vida para pessoas no mundo todo. Por isso é fundamental que as pessoas compreendam o que é real e o que não é nesta discussão. O Brasil investe pouco em pesquisas nas áreas da saúde e da medicina. Uma conseqüência visível é a luta do governo federal para quebrar as patentes de medicamentos do coquetel antiaids porque eles chegam a custar sete vezes mais para os brasileiros. Vamos continuar sendo espectadores dos avanços da medicina?
Eu defendo as pesquisas. Diferentemente do que se ouve por aí, os cientistas não usam células de fetos abortados nem brincam com vidas humanas em formação. A nossa legislação determina que só podem ser usados os embriões congelados há mais de três anos em clínicas de fertilização assistida. E apenas os que já estavam congelados no momento da aprovação da lei, para coibir a produção comercial de embriões. Além disso, os genitores precisam autorizar a doação, assim como é feito com a doação de órgãos: anônima e voluntariamente.
Não dá para comparar a vida de um embrião congelado há anos (cerca de cem células indiferenciadas, que não serão implantadas num útero materno para se desenvolverem) com a vida de milhões de pessoas em busca de cura. São mães, pais, filhos, amigos, estudantes, profissionais… Gente comum que convive diariamente com o fantasma da morte. Defendo as pesquisas para crianças que nascem com alguma doença genética. A distrofia muscular, por exemplo, que as faz perder os movimentos de maneira irreversível. Não há tratamento para impedir o seu avanço e elas podem não chegar até a adolescência. Ouvi a história de uma menina que pediu à mãe que abrisse um buraco nas suas costas e colocasse uma pilha igual à de suas bonecas. Ela só deseja continuar vivendo, brincando, crescendo. Defendo as pesquisas para quem tem esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença que pode matar em menos de dois anos. Quando a pessoa se dá conta de que algo não vai bem e busca diagnóstico, 60% do sistema nervoso já está comprometido. Existem mais outras 450 doenças progressivas e degenerativas como estas.

Somente as células-tronco embrionárias podem tornar realidade tantas esperanças de vida. As células-tronco adultas não servem para essas doenças. Extraídas da medula óssea, do cordão umbilical, da polpa do dente, entre outras possibilidades, e pesquisadas há três décadas, já se sabe que estas têm capacidade limitada. Já as embrionárias podem se transformar em qualquer um dos 216 tipos de tecido do corpo humano – ósseo, muscular, nervoso. Todos. Podem nos fazer entender a formação de doenças e tumores. Podem revolucionar a medicina.
Será que, um dia, as mesmas pessoas que condenam as pesquisas não virão a se beneficiar de seus resultados? Diretamente ou para um ente querido. Hans Keirstead iniciará, em 2008, um estudo destinado a devolver movimentos às pessoas com lesão medular. Ele transformou células-tronco embrionárias num tipo de célula da medula que restaura a transmissão de impulsos nervosos. Injetou-as em ratos e eles voltaram a andar.

Dá muita esperança. Haverá um desejo enorme de se ter acesso a essas terapias. Elas poderão, no entanto, ter um custo alto, já que todas as descobertas serão patenteadas. E o direito à vida e à dignidade dos brasileiros que não puderem pagar por isso? O Brasil financia um estudo com células-tronco adultas para tratamento de cardiopatias graves que envolve 1.200 pacientes em 33 instituições do País. Se os resultados forem positivos, a terapia será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), acessível a todos os cidadãos. O caminho deve ser esse, não podemos esperar a cura vinda de outros países.
Há um longo caminho a ser percorrido até haver terapias com células-tronco embrionárias. Já se pesquisa nos Estados Unidos, em Israel, no Reino Unido, na Austrália, em Singapura, na China, na Coréia do Sul, na Suécia, na Espanha, na Dinamarca e até mesmo no ultraconservador Irão. Nós, no Brasil, começamos as nossas. E queremos o direito de continuar investindo no nosso formidável quadro de cientistas para termos autonomia na promoção da saúde e na manutenção da vida dos brasileiros.”

(Mara Gabrilli, vereadora em São Paulo (PSDB), psicóloga, publicitária e empreendedora social – tetraplégica há 13 anos, devido a um acidente de carro -, foi a primeira titular da Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, instituída neste Município em 2005)

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Beijos quentes…

Publicado por Ana G. em Outubro 19, 2007

“Ele abandonou-me quando eu mais precisava, foi logo alí no hospital ainda eu nem sabia bem o que tinha… veio muito mansinho com a conversa que devíamos dar um tempo e que as coisas não andavam bem. Eu virei-me a chorar e disse-lhe DESAPARECE! Até hoje nunca mais quis ouvir falar dele… parece que afinal quem pôs um ponto final naquilo até fui eu…

Depois conheci o F. que ia levar a irmã todos os dias à reabilitação e começamos a conversar e ele tinha muito sentido de humor. Nessa altura eu já conseguia deslocar-me sozinha com a cadeira, os braços já ajudavam e íamos até lá fora apanhar um pouco de sol e conversar. Comecei a ansiar todos os dias pela hora da reabilitação da A. só para o ver e ele também me parecia entusiasmado. Um dia beijou-me, assim tão quente, antes de ir embora e disse-me que nunca pensou sentir aquilo por alguém assim… Hoje é meu marido, ama-me, protege-me, acarinha-me e diz-me todos os dias que eu sou a mulher da vida dele e que sem mim  a vida não tinha graça nenhuma e era pálida como antes.

Agora eu dou graças a Deus por aquele canalha me ter mostrado que não prestava e por eu ter tido a coragem de o afastar de vez do meu coração!…”

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Homem.

Publicado por Ana G. em Outubro 16, 2007

Daqui a pouco vou ao Teu funeral (aos mortos tratam-se todos por Tu). Melhor, à Tua missa de corpo presente, já que vais ter que aguardar o dia que os vivos designaram para proceder a cremações e Tu querias ser cremado… escolheste mal o dia para morreres. Quando soube da Tua partida fiquei a lembrar-me do teu abraço de gratidão, do riso, da voz grossa, do ar galante. Lembrei-me também que ainda no outro dia Te prometi uma almoçarada e que nunca cumpri porque a minha vida tem sempre tantos afazeres… e tanta coisa pode ser deixada para amanhã… Guardo de Ti a melhor imagem, a felicidade daquele dia especial. Estavas tão contente…

Descansa em Paz e não deixes de espreitar para aqui de vez em quando.

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Info.

Publicado por Ana G. em Outubro 13, 2007

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Resistência

Publicado por Ana G. em Outubro 13, 2007

Choque ou Negação? 

“… quero ficar no meu canto, não quero ver nem falar com ninguém e ainda dou um tiro na cabeça…” 

20 anos, lesão com 2 meses.

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Grande lição!

Publicado por Ana G. em Outubro 10, 2007

O governo Suiço decidiu formar acompanhantes eróticos para pessoas portadoras de deficiência. Um passo gigante no reconhecimento do direito ao prazer.

Os objectivos desta formação prendem-se com questões muito simples: por exemplo, uma mulher tetraplégica pode apenas querer sentir a pele de um homem junto da sua, ou um jovem autista pode desejar ver uma mulher nua, ou um homem com espasticidade dos membros superiores pode necessitar de ajuda para se masturbar… isto pensando no princípio da heterossexualidade, no entanto aplica-se a orientações sexuais distintas, obviamente.

Os domínios prioritários da formação focalizam-se no conhecimento das deficiências, no enquadramento legal e jurídico, na dinâmica institucional e em questões anatomo-sexuais. É necessário preencher determinados critérios para se candidatar a acompanhante erótico (idade, profissão, estado de saúde…) e os assistentes sexuais serão supervisionados pela Association Suisse Sexualité et Handicap Pluriels – SEHP.

Acesso à Página da SEHP

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Les Hommes Peuvent…

Publicado por Ana G. em Outubro 10, 2007

Une lesion medullaire (LME) affecte la sexualite de l’homme physiquement, psychologiquement.Le type et le niveau de lesion peuvent, tous deux, jouer un role sur l’impact que la lesion a sur la sexualite de l’homme. Apres une lesion, les hommes peuvent faire face a des changements de leurs relations, de leur activite sexuelle, et de leur capacite a engendrer biologiquement des enfants. Les hommes peuvent egalement eprouver des changements emotifs qui peuvent affecter la sexualite. Toutes ces questions impliquent l’homme medullaire et sa partenaire. Par consequent, il est tres important de comprendre et de confronter ces questions en tant que partie de l’ajustement global a la vie apres une lesion…

PodCast

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As 4 fases

Publicado por Ana G. em Outubro 9, 2007

Teoricamente estão identificadas quatro fases pelas quais as pessoas passam ao confrontarem-se com um acontecimento de vida devastador, neste caso específico, uma lesão vértebro-medular.
Inicialmente na fase do choque a pessoa não percebe exactamente o que lhe aconteceu, já que poderá estar sob o efeito de medicação ou então obter pouca ou nenhuma informação médica (infelizmente isto ainda sucede com frequência). Na fase seguinte, a da negação, a pessoa nega a gravidade da situação em que se encontra para se preservar e não ser confrontada com a forte limitação da nova condição. É necessário ter muito cuidado na terceira fase, o reconhecimento. É um momento de extraordinária importância dada a fragilidade e delicadeza em que o doente se encontra ao inteirar-se conscientemente da sua situação. Inicia-se aqui a reabilitação, onde são descobertas as novas potencialidades e alternativas ao que se perdeu. Atenção, é neste preciso momento que pode ocorrer severidade no humor depressivo. Por fim, surge a adaptação. As suas actividades diárias regressaram. Socializa, trabalha, estuda, desenvolve-se e redescobre-se. É talvez a fase em que a pessoas coloca a seguinte questão duma forma mais séria: e a minha sexualidade, onde está?

Diversos estudos apontam para que todo este processo decorra ao longo de 6 meses e nunca menos do que isso.

Após alguma reflexão decidi que uma das perguntas recorrentes a direccionar aos meus doentes seria se sentiam que tinham passado por estas fases, isto é, se conseguiam identificar os períodos em que ocorreu o choque, a negação, o reconhecimento e a adaptação. Curiosamente (ou não) os resultados encontram similaridade: não só conseguem identificar bem esses momentos como ainda hoje sentem as fases, à excepção da primeira. E muitas vezes conseguem viver as três últimas etapas ao longo do mesmo dia…

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anoDepois

Publicado por Ana G. em Outubro 4, 2007

“Certa altura, ouvi uma análise muito interessante que estabelecia paralelismo entre os ritmos da Natureza e algumas acções involuntárias do Homem. Resumidamente, quanto maior a ligação dos povos à terra, maior a sincronia entre ambas. Desta forma, as estações do ano, a mudanças de temperatura, a alteração do número de horas de Sol, os diferentes alimentos ao longo do ano, o ciclo da Lua, induziam reacções espontâneas por parte da quem com elas convivia quotidianamente. Daí as cerimónias ligadas aos Solstícios e Equinócios, a amálgama de rituais de fertilidade da Terra e do Homem, as fases da Lua a orientarem a sementeira, o plantio, a rega, a colheita, e altura de parir! Hoje em dia, a menstruação vem quando vem, desde que chegue no dia certo. Antes, esse dia certo acertava contas com as contas da Lua, e coincidia com a altura dela ‘virar’. Os ‘mandamentos da Natureza’ criaram no Homem actos quase inatos – muitos deles reconvertidos em actos religiosos. Acho, que por mais urbana que eu seja, a Lua, o Sol, e as estações do ano influenciam muito o meu estado de espírito. Para mim, o Outono é difícil. As horas de Sol diminuem, as nuvens multiplicam-se, chegam os dias húmidos, ameaçadores, carrancudos… é a alteração mais brusca do anoDepois, quando o Inverno chega, o corpo já se habituou às temperaturas mais baixas, ocupa-se o pensamento com prendas, festas, balanços e projectos. No final de Dezembro já se nota o dia prolongar-se, chega o frio com muita luz e Sol, tudo promete dias melhores!

Brinco muitas vezes – a sério, que faltam-me janelas!”

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Grounded Theory

Publicado por Ana G. em Outubro 1, 2007

Às voltas com a Grounded Theory e muito frustrada por não conseguir descobrir um bom livro acerca desta metodologia

:(

Grounded Theory

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