Depois do Trauma

Ana G.

Arquivo de Dezembro, 2008

Anúncio premiado

Publicado por Ana G. em Dezembro 17, 2008

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;)

Publicado por Ana G. em Dezembro 16, 2008

De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.

35T3 P3QU3N0 T3XTO
53RV3 4P3N45 P4R4
M05TR4R COMO NO554
C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R
CO1545 1MPR3551ON4ANT35!
R3P4R3 N155O!
NO COM3ÇO 35T4V4
M310 COMPL1C4DO,
M45 N3ST4 L1NH4
SU4 M3NT3 V41
D3C1FR4NDO O
CÓD1GO QU453
4UTOM4T1C4M3NT3,
S3M PR3C1S4R P3N54R
MU1TO, C3RTO?
POD3 F1C4R
B3M ORGULHO5O D155O!
SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!
P4R4BÉN5!

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Gotan Project despedem-se de Portugal

Publicado por Ana G. em Dezembro 12, 2008

Última tournée mundial passa por Lisboa a 20 de Dezembro.
 
Os Gotan Project, uma das mais populares bandas em Portugal nos últimos anos, actuam no Campo Pequeno, em Lisboa, a 20 de Dezembro.

Esta será a última digressão mundial da banda de La Revancha del Tango , passando por França, Inglaterra, Holanda, Espanha e Portugal, garante o comunicado de imprensa.

Os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam entre 27,50 euros e 32,50 euros.

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Pedido de colaboração

Publicado por Ana G. em Dezembro 4, 2008

A Glicéria pede a todos os Educadores de Infância portugueses que colaborem no seu Doutoramento, através do preenchimento deste questionário.

Não é a minha área, como sabem, mas é tão importante que nos ajudemos uns aos outros… então, amigos e amigos dos amigos… força!

obrigada.

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O eterno tabu da sexualidade na deficiência

Publicado por Ana G. em Dezembro 3, 2008

Esse garoto é seu filho mesmo? A pergunta constrangedora, que poderia motivar até um teste de paternidade, já foi feita algumas vezes para Henrique* [nome fictício], durante passeios feitos com a família. A dúvida, no entanto, não vem da falta de semelhanças físicas entre ele e o seu filho, um menino de cinco meses, ou de outro motivo qualquer.

Há quatro anos, Henrique precisou utilizar cadeira de rodas. O agravamento em um problema no joelho esquerdo o impossibilitou de continuar se locomovendo de muletas e aparelho ortopédico, como fazia antes. O uso da cadeira, segundo ele, é o principal motivo de alguns conhecidos imaginarem que ele e sua esposa não têm vida sexual ativa.

Esta quarta-feira, 3 de dezembro, é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Dados do Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informam que 24,6 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que equivale a 14,5% da população nacional, percentual bastante superior aos levantamentos anteriores, nos quais se observava um contingente inferior a 2%.


Além dos problemas de acesso, portadores de deficiencia enfrentam preconceito na vida sexual

“Existe sim a cultura que deficiente não pode transar. Algumas mulheres, às vezes, não se aproximam de um cadeirante pelo fato de acreditar que o mesmo não pode ter relações sexuais”, comenta Henrique. A sexualidade, uma questão que não está presente nem mesmo nas estatísticas oficiais – que contemplam educação, moradia, emprego e até mesmo saúde –, não é levada em consideração na elaboração de políticas de inclusão.

A verdade é que muitas pessoas ainda ficam surpresas com o fato de o portador de deficiência sentir prazer. “Primeiro, porque a sexualidade é considerada um tabu na sociedade brasileira. É muito difícil discutir e conversar sobre isso. Depois, o deficiente, que já vive numa sociedade como esta, é encarado como coitado, incapaz, como aquele que tem dificuldades. Então, o sexo para ele passa a ser um tabu muito maior”, revela o fisioterapeuta Nildo Ribeiro, mestre em Distúrbios do Desenvolvimento e coordenador do Curso de Fisioterapia da Faculdade Social, em Salvador.

Às vezes, até mesmo os serviços de saúde ignoram o fato de que o deficiente tem grande parte da capacidade e da potencialidade sexual preservada. “Infelizmente, num conceito ainda antigo de saúde, o sexo não é uma das prioridades. Mas ele é, pois faz parte da saúde. A saúde deve ser vista como um todo, ela não é só a ausência da doença. A saúde é tudo: o lazer, o sexo, a vida como um todo”, explica Ribeiro.

Para ele, os serviços de reabilitação, que acompanham o indivíduo desde a ocorrência da lesão, precisam de profissionais específicos que o orientem sobre a sexualidade. Os profissionais deveriam se unir à família para ajudar na discussão deste e de outros problemas. “Precisamos desmistificar o deficiente, caso contrário ele se tornará um indivíduo retraído, que não se expõe, que não vai à rua, não paquera, porque acha que os outros não irão corresponder”, afirma.

Caso a caso – Entre os vários tipos de lesões e traumas que podem deixar uma pessoa dependente de cadeira de rodas, a lesão medular é a que traz maiores alterações e prejuízos do ponto de vista sexual.

A lesão medular, oriunda de traumatismos ráqueo-medulares ou tumores de medula, ocorre em áreas sensitivas importantes, além de afetar também a locomoção. “Da região lombar para baixo, ele não mexe. Da altura dos mamilos para baixo, não existe sensibilidade. É muito específica a lesão medular, diferentemente de um Traumatismo Craniano Encefálico (TCE) ou de um acidente vascular. Todas estas lesões são incapacitantes, trazem seqüelas”, cita o fisioterapeuta.

Outras lesões, localizadas na coxa ou na perna, facilmente preservam a sensibilidade da região genital.  Pacientes hemiplégicos (que perderam os movimentos em um dos lados do corpo) também não costumam enfrentar problemas.

”A única diferença é que não podemos fazer posições sexuais que necessitam que fiquemos de pé. As demais fazemos com bastante amor e carinho. Garanto que é ainda bem mais prazeroso que muitos que não possuem nenhum tipo de deficiência”, diverte-se Henrique.

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A magia do toque – oficina de movimento criativo

Publicado por Ana G. em Dezembro 2, 2008

Domingo, 14 de Dezembro, 11h00 e 15h30
Um atelier em que se descobrem e potenciam novas formas de contacto entre pais e filhos, apoiado na ligação entre algumas técnicas de relaxamento no âmbito da psicologia infantil e da dança.  
O toque como ferramenta primordial na descoberta do self e da sua relação com o outro, capaz de descolar em infinitas coreografias com o mundo exterior.  
 …
Formadores: Yola Pinto (Dança) e Ana Garrett (Psicologia)  
4€  
Sessão da manhã: dos 3 aos 5 anos. Sessão da tarde: dos 6 aos 8 anos.  

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