Depois do Trauma

Ana G.

Arquivo de Maio, 2009

Publicado por Ana G. em Maio 29, 2009

A Vida , algumas vezes, é complicada por isto e aquilo e mais isto e mais aquilo e ainda por mais uma data de outras coisas.

MAS, há Dias, Momentos, Fragmentos do Nosso Tempo, que Tudo é tão amplamente Simples.

E hoje foi um Dia tão Simples… Obrigada, D.

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Eheheheh ;)

Publicado por Ana G. em Maio 25, 2009

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Approbo é a nova ferramenta contra os plágios académicos

Publicado por Ana G. em Maio 17, 2009

O Approbo é uma nova aplicação gratuita que permite detectar plágios em trabalhos académicos. Se alguma frase ou parágrafo de um documento entregue por um aluno constar de alguma página web, este software denuncia imediatamente o plagiador.

O funcionamento da aplicação é simples: basta descarregar o Approbo da net, submete-se o documento que se pretende escrutinar e, com um click, em poucos segundos, fica a saber-se se o conteúdo do documento está online – seja em formato Microsoft Office, Adobe Reader ou OpenOffice – e onde é que está.

A aplicação disponibiliza ambos os textos – o original e a cópia – no ecrã, para que seja possível perceber a extensão do plágio. A ferramenta utiliza motores de busca para encontrar os pontos de coincidência com o texto original. A partir desse ponto, o Approbo verifica – palavra por palavra – todo o arquivo e mostra-o de forma gráfica, simplificando o trabalho ao utilizador. Quando se trabalha com documentos de grandes dimensões – teses de doutoramento, por exemplo – o processo poderá demorar um pouco mais a apresentar resultados, nunca passando, porém, dos dois minutos, garantem os seus criadores.

“Tentámos desenvolver uma ferramenta simples, intuitiva e que possa ser usada por qualquer pessoa”, assinalou o director-geral da empresa que desenvolveu o software, a Symmetric, de Barcelona, citado pelo elmundo.es

O Approbo é totalmente gratuito, tendo sido financiado pelo Citilab, um portal de educação online que, por sua vez, recebe financiamento de várias administrações públicas.

Esta ferramenta foi idealizada a pensar na comunidade docente, que frequentemente lida com casos de plágio descarado. O Approbo poderá agora ajudar a combater este problema de forma mais consistente. “Desenvolvemos este software sobretudo para o contexto educativo”, explica o responsável da Symmetric, Josep Lluís Manso, citado pelo elmundo.es, acrescentando que “com a Internet, lidamos diariamente com fenómenos de copy-paste e, para isso, precisamos de ferramentas”. “Estamos a favor de que os documentos, quando são bons, se copiem… A única coisa que dizemos é que se citem as fontes”, sublinhou.

15.05.2009 – 11h03 PÚBLICO

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Teses de doutoramento à venda por 50 mil euros

Publicado por Ana G. em Maio 17, 2009

A massificação dos doutoramentos, que triplicaram em dez anos, abriu a porta ao negócio e à falsificação. Vendem-se teses por milhares de euros e alguns são plágios. Só pontualmente é que os professores dão conta de que se trata de cópias, facilitadas pelas bases de dados na Internet.

Quanto vale uma tese de doutoramento? Se para muitos é condição para preservar um emprego na carreira académica e, para outros, uma arma no cada vez mais competitivo mercado de trabalho, há quem tenha na “produção” ou falsificação de teses uma actividade lucrativa. O preço cobrado por uma tese de doutoramento – que abre portas na administração pública, política e empresas – pode chegar aos 50 mil euros, segundo disse ao DN um professor universitário. Mas se a exigência e a bolsa forem limitadas, há preços mais baixos.

O negócio vale tanto para teses de mestrado ou doutoramento como para trabalhos de faculdade, chegando até a ser publicitado na internet. O fenómeno é conhecido de professores arguentes de várias universidades ouvidos pelo DN, que pontualmente são confrontados directamente com casos de plágio ou, não o sendo, conhecem situações de quem admitiu ter comprado a tese.

Uma professora de Literatura da Faculdade de Letras da Universidade de Évora viu-se confrontada com uma cena embaraçosa: enquanto membro do júri de uma prova de doutoramento naquela área de estudos, assistiu à confrontação da doutoranda com uma acusação de plágio, quando esta se preparava para defender a tese. Lavada em lágrimas, a doutoranda acabaria por admitir ter comprado a tese. Pensava ter adquirido um original, mas venderam-lhe um produto repescado da Internet.

Outro caso semelhante ocorreu com uma professora do Instituto de Estudos Jornalísticos, em Coimbra, que, enquanto arguente, acabaria por rejeitar a defesa da tese de uma doutoranda, por se ter apercebido de uma situação de plágio. Os exemplos sucedem-se, embora sejam tratados com a máxima discrição dentro do meio académico, uma vez que estas situações acabam por expor também os próprios orientadores de tese.

A Internet é a fonte de informação, por excelência, tanto para quem plagia, a ver se pega, como para quem faz disso um negócio. Não só estão disponíveis trabalhos portugueses, como se podem encontrar teses realizadas em qualquer parte do mundo.

Desde 2002, existe o Registo Nacional de Teses de Doutoramento em Curso, uma base de dados online, de livre acesso, onde se podem consultar todos os trabalhos de investigação realizados ou reconhecidos pelas universidades portuguesas.

A base de dados é gerida pelo Observatório da Ciência e Tecnologia, sob tutela do respectivo ministério, mas não tem mecanismos de alerta para trabalhos que sejam demasiado parecidos. Fonte oficial do Ministério do Ensino Superior rejeitou, em declarações ao DN, qualquer responsabilidade na prevenção de plágios, remetendo-a para o júri, que “deve estar a par da investigação nas suas áreas”.

Cristina Ponte, professora de Ciências da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa, diz ter conhecimento da existência de plágios, embora nunca tenha sido pessoalmente confrontada com um caso nas muitas provas de doutoramento de que é arguente. “É impossível eliminar o risco de um plágio passar, sobretudo em teses de 700 páginas e quando tudo está disponível online”, diz aquela investigadora, acrescentando: “Mas há alguns critérios a seguir como a capacidade de argumentação do doutorando, a criatividade e a existência ou não de trabalho de campo.”

Em todo caso, Cristina Ponte lembra que o plágio não é necessariamente uma questão nova: “Antes da Internet, as teses também estavam disponíveis na Biblioteca Nacional e não havia tantos mecanismos como agora para os detectar.”

Opinião idêntica tem Francisco Ferreira, professor da Faculdade de Ciência e Tecnologia da UNL, que aponta a existência de bases de dados científicas, que permitem pesquisar por palavras-chave.

Algumas universidades, como a Lusófona, acabam de adoptar um programa informático, o Ethorus, que facilita a detecção de plágios. Mas, ao contrário dos códigos de universidades americanas, em que o plágio pode dar lugar a expulsão, em Portugal, a penalização é discreta. É-se convidado a retirar os trabalhos, podendo ser reapresentados depois. E tudo morre no silêncio das cumplicidades do meio académico.

Fonte: DN

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GDARP – Desporto Adaptado – Rovisco Pais

Publicado por Ana G. em Maio 13, 2009

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Jornadas de Sexologia – SPSC – 28 Maio – Univ. Aveiro

Publicado por Ana G. em Maio 6, 2009

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SexLab

Publicado por Ana G. em Maio 4, 2009

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Saúde Sexual da Mulher e do Homem
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Objectivos: Este estudo, de cariz experimental, tem como principal objectivo melhorar o conhecimento acerca das experiências sexuais das mulheres e dos homens, segundo uma perspectiva biopsicossocial. Pretende-se, assim, testar o papel mediador das crenças sexuais, relacionamento, auto-estima sexual e aspectos disposicionais (e.g., sociossexualidade, inibição/ excitação sexual) na resposta sexual fisiológica e subjectiva a diferentes estímulos (estímulos eróticos e relacionais versus material sexualmente explícito) e instruções sexuais (imaginar companheiro versus imaginar estranho).

Estado da Arte: As contribuições teóricas e os estudos empíricos mais recentes têm demonstrado que, para se compreender a sexualidade quer masculina quer feminina, além dos aspectos biológicos, importa considerar factores psicológicos, nomeadamente cognitivos e emocionais (e.g., crenças e pensamentos, auto-estima sexual, afecto, etc.), bem como factores de natureza relacional, nomeadamente a qualidade do relacionamento (e.g., Basson, 2001, 2005; Bancroft, 2002; Dennerstein & Lehert, 2004; Dove & Wiederman, 2000; Graziottin & Leiblum, 2005; Leiblum, 2001; Sugrue & Whipple, 2001). Apesar destas contribuições e de algumas tentativas de conceptualização alternativas ao modelo clássico da resposta sexual (Masters & Johnson, 1966), poucos estudos empíricos têm considerado simultaneamente e de forma interrelacionada as referidas variáveis de modo a compreender o seu contributo relativo, de acordo com uma perspectiva ampla e integrativa. Por outro lado, a grande maioria dos estudos laboratoriais conduzidos, tem desvalorizado a possibilidade de inclusão de estímulos eróticos e de natureza relacional para melhor conhecer a resposta sexual, sendo usados, quase exclusivamente, contextos de estimulação baseados em material sexualmente explícito (quer para homens, quer para mulheres). Deste modo, tem sido difícil aprofundar o conhecimento acerca do papel dos factores relacionais e da interacção entre estes e os aspectos cognitivos e afectivos, tão intimamente ligados à sexualidade.

Para participar: Os participantes para este estudo serão mulheres e homens com idades compreendidas entre os 18 e os 50 anos, casados/as e/ou a viver com o/a companheiro/a há pelo menos 6 meses. Caso esteja interessado/a em participar deverá fazer um primeiro contacto telefónico para o número 234 370 644 ou para o número 93 447 90 10, ou se preferir, enviar email para: sexlab@dce.ua.pt. Dado que a sua deslocação ao laboratório implica custos relacionados com transporte ou alimentação, será concedido um montante para cobrir os custos de participação.

 

telefone: 234 370644

telemóvel: 93 447 90 10

e-mail: sexlab@dce.ua.pt

 

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Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais (CMRRC – RP)

Publicado por Ana G. em Maio 2, 2009

 

Para além do desenvolvimento da área assistencial, “a missão primordial” do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais (CMRRC – RP), o presidente do conselho de administração, Manuel Teixeira Veríssimo, pretende avançar com outros projectos. São diversas actividades ligadas à área da reabilitação, com as quais pretende rentabilizar os 144 hectares da quinta. “Temos condições para ser o melhor centro do país na área da reabilitação”, afirma o médico.

- DIÁRIO AS BEIRAS – O desenvolvimento da área assistencial tem sido a prioridade, desde que tomou posse?

- Teixeira Veríssimo – A missão do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais é oferecer cuidados de reabilitação de elevada diferenciação, muito especializados, aos doentes da região Centro. É o Centro de fim de linha no quadro da Rede de Referenciação Hospitalar de Medicina Física e de Reabilitação, recebendo doentes de todos os hospitais da região. No CMRRC o internamento começou a ser feito em Novembro de 2002, com 20 camas, mas a capacidade tem vindo a crescer. Em Dezembro de 2007 existiam 36 camas, que aumentaram para 50 em 2008 e, neste momento, existem 60 camas. Estamos apenas à espera de autorização superior para começarmos a trabalhar com mais 20 camas, que já estão prontas, e ficaremos com um total de 80.

- O plano funcional do hospital prevê a existência de cerca de 140 camas na área da reabilitação diferenciada. Serão suficientes?

- Queremos recuperar outro edifício para instalarmos mais 60 camas para reabilitação. Ficaríamos com as cerca de 140 camas previstas, que serão suficientes para dar resposta às necessidades da região Centro, segundo a rede nacional de referenciação hospitalar, e concluiríamos o projecto assistencial na área do internamento, que é o objectivo essencial do CMRRC. Para recuperar este edifício esperamos conseguir reverter parte do dinheiro da venda de alguns imóveis que o centro possui em Lisboa, que será feita pelo Ministério das Finanças.

- Para além do aumento da capacidade de internamento estão outros projectos em curso?

- Penso que o CMRRC deverá ter tudo aquilo que contribua para fechar o círculo dos interesses da reabilitação. E como temos condições excepcionais, nesta quinta com 144 hectares, podemos juntar à nossa missão central, a reabilitação de alta diferenciação, outros projectos que a complementam e podem ajudar a suportá-la até financeiramente. É nessa perspectiva que queremos criar, por um lado, o Centro de Estágio de Desporto Adaptado, com desportos náuticos e de alta competição para atletas paralímpicos, e, por outro, desenvolver o próprio desporto adaptado.

- Os cuidados continuados serão outra vertente?

- Outra componente será a dos cuidados continuados, que queremos sejam de alta qualidade. Está neste momento a decorrer o concurso para a recuperação de um edifício onde será instalada uma unidade de cuidados continuados de convalescença, de curta duração, com 60 camas. Destas, 30 camas destinam-se a doentes vítimas de AVC e outras 30 camas para doentes operados ao aparelho locomotor, por exemplo com próteses da anca ou do joelho. Temos também a hipótese de vir a ter uma unidade de média duração e reabilitação, com 30 camas, recuperando mais um edifício, e já temos luz verde do ministério para o estudo deste projecto. Pretendemos ainda criar uma residência de longa duração para deficientes, sobretudo para jovens que ficam com grandes limitações e não têm para onde ir, acabando por ser colocados em lares junto de idosos. O projecto foi apresentado à tutela e deverá avançar em breve.

- O objectivo é desenvolver áreas complementares à reabilitação?

- Exactamente. A área dos cuidados continuados, na qual poderemos vir a ter até 110 camas, é complementar à da reabilitação diferenciada, e podem beneficiar uma com a outra. Está também em fase de preparação a criação de um Centro de Reabilitação Profissional e Social, porque algumas das pessoas que aqui são internadas têm que ser readaptadas profissionalmente e há também um trabalho de reinserção social. Para isso temos um acordo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional e, através dele, uma parceria com o Centro de Reabilitação Profissional de Gaia, que vai ajudar-nos a desenvolver essa área, que ficará num outro edifício a recuperar. Vamos ainda criar uma oficina de próteses e de ajudas técnicas, também em parceria com aquele centro de Gaia e a instalar noutro edifício, que possa fornecer estes serviços, que não existem na região. Neste projecto procuraremos também desenvolver a parceria que temos com a Universidade de Aveiro. Ou seja, não queremos ter uma oficina apenas para fazer o que já existe, mas tentar investigar e inovar.

- São projectos ambiciosos…

- O CMRRC tem condições para ser o melhor centro de reabilitação nacional e penso que poderá ser um dos melhores da Europa. Este centro não se pode limitar a oferecer o trabalho corrente, tem que ir mais longe, tem que investigar. No fundo, este centro tem que ser uma escola de reabilitação para o país. Penso que estamos no bom caminho.

- É preciso também o empenho da tutela?

- A tutela tem estado disponível sempre para nos apoiar nos projectos que apresentamos e penso que assim continuará, porque é importante para a zona Centro. Uma sociedade desenvolvida exige qualidade de vida, que só é atingida com uma boa capacidade de reabilitação das suas pessoas. E isso ainda não acontece. Não tanto no caso dos mais jovens, embora exista alguma lista de espera para internamento, aqui e no centro do Alcoitão. Mas na área do AVC continuamos a não oferecer tudo aquilo que a ciência a nível mundial tem para a reabilitação e muitos doentes que poderiam ser reabilitados ficam com muitas limitações.

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