
Arquivos para a Categoria ‘Coisas que não têm categoria nenhuma’
Déjà Vu… ;)
Publicado por Ana G. em Novembro 2, 2009
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Con Te Partiro…
Publicado por Ana G. em Setembro 24, 2009
Voar está nas minhas veias como Tu estás.
E Voar Contigo muda tudo.
“Con te partiro
paesi che non ho mai
veduto e vissuto con te
adesso si li vivre
con te partiro
su navi per mari
che io lo so
no no non esistono pie
Con te io li rivivre”
O meu maior medo? Não ser capaz de Te agradecer por Tudo o que me estás a Dar.
A minha maior gratidão? Estar a Viver em Paz o que me Dás.
A minha maior tristeza? 12 meses sem Te Ver Viva, sem Te Cheirar Viva, sem Te Tocar Viva.
A minha maior compensação? Sentir-Te Todos os Dias na Minha Vida.
Olha aqui o que Vimos Juntas, sentadinhas, durante 2 horas… “Con Te Partiro”

AlGuRes EnTre LisBoa e PaRis
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Publicado por Ana G. em Julho 16, 2009
Durante anos tive a martelar-me na cabeça aquela frase de T. S. Eliot. Depois passou-me com o Tempo. Quer dizer, fui, paulatinamente, desistindo. Não da frase, mas do seu significado, ou pelo menos da forma como eu o interpretava.
Acerca do esquecimento pouco há a dizer. As coisas duram o tempo que devem durar e não adianta transformar isso numa questão epistemológica. A duração das coisas é consequência da qualidade do “tecido” de que são feitas. E, a não ignorar, do empenho na manutenção que se lhes imprime.
Temos dois elementos de uma matriz muito complexa de aparência, porém extremamente frágil e fácil de apagar: o esquecimento e a duração. A surpresa reside quando o eclipse da matriz surge, muitas vezes, veloz e irreversível.
Mas falta o importante. Falta uma espécie de banda sonora que acompanha a duração das coisas e que teima em fugir ao esquecimento quando ele deveria ser Impreterível. É a Música, portanto.
Esta manhã, quando olhei para o Meu Lado Esquerdo ao acordar, lembrei-me da frase do Eliot e percebi que afinal nunca fez sentido. Quando se entra nas coisas a acreditar nas condicionantes da duração, mais vale ficar à porta.
Vês? Tão bom. Foi a Maior coisa que aprendi Contigo. Ensinaste-me que “You Are The Music While The Music Lasts” do Eliot, deverá Nesta manhã ser substituído por “You Were The Music While The Music Lasted”, da Ana.
A boa notícia é que a descoberta apenas se traduz em Ti. Logo, fiquemos assim, em Ponto-Morto. Ou seja, já Te ouvi repetidamente e não me apetece mais experimentar novas nuances do som da Tua Música. Prefiro deixar o Eliot em Paz e não ficar à porta de Nada, percebes? Quero ser capaz de entrar Sempre e absorver Tudo o que estiver dentro do Tudo.
Escuta, assim devagarinho, ao ouvido: afinal, não destruíste nada. Isn’t that funny?
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B.,
Publicado por Ana G. em Julho 7, 2009
Eu sei que estás a passar menos bem, mas olha AQUI como essas histórias costumam terminar
Portanto, UP UP e UP!
E aqui estou eu para te dar colo nos intervalos de cada um dos passos
Adoro-te, seu tonto.
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Genial :)
Publicado por Ana G. em Julho 6, 2009
Who’s Gonna Save My Soul
Obrigada ao Amigo Paulo pelos acontecimentos altamente improváveis, imprevisíveis e de grande impacto!
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Goniómetro
Publicado por Ana G. em Julho 5, 2009
A Infopédia diz que um gomiómetro consiste num aparelho para a medição de ângulos. Ok, até aqui, tranquila
O pedido de SOCORRO chega quando se lê que também são muito usados para fazer a pontaria das armas de artilharia.
Bolas, afinal não é só para dar ares! Meeeeeeeeedooooooooooooooooo…
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