Depois do Trauma

Ana G.

Arquivos para a Categoria ‘Sexualidade - Função Sexual’

Amor e Sexualidade

Publicado por Ana G. em Outubro 31, 2009

A minha querida Isabel Freire embarcou numa nova viagem. É uma espécie de viagem ao passado, para nos dar a conhecer o que se passava nos anos 50 em Portugal com a sexualidade dos portugueses. Confesso que estou curiosa e entusiasmada. Parece-me um período com tanta sensualidade. Peculiar, bem sei, mas muito interessante.

Força, Isabel, vais brilhar! :)

AMOR E SEXUALIDADE NA DÉCADA DE 50, EM PORTUGAL

Este Blog acompanha um estudo de carácter jornalístico sobre as representações do amor e da sexualidade, nos anos 50, no nosso país. Trata-se de uma investigação que será publicada em livro (destinado ao público em geral), pela Editora Esfera dos Livros.
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 Quais os contextos socioculturais dominantes/desviantes nas relações amorosas e sexuais, na década de 50, em Portugal?
 
Por lá vai poder encontrar:
-Excertos de testemunhos de especialistas;
-Apontamentos biográficos de pessoas que na década em causa viveram a sua adolescência, início da idade adulta.
-Citações, notas, apontamentos sobre a época, na perspectiva analisada;

 

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num fórum…

Publicado por Ana G. em Julho 13, 2009

Deficientes descobrem novas formas de prazer

Quando Antônio Jorge Alves perdeu o movimento das pernas, lhe doeu muito saber que precisaria usar um outro tipo de cadeira, diferente de todas nas quais ele já havia se sentado. “Quando me deram a cadeira de rodas, eu disse que não ia querer”, lembra. Mas tão difícil quanto usar cadeira de rodas foi trocar o modelo da sua cama. Logo depois do acidente, a esposa de Antônio tratou de vender o leito de casal em que os dois se deitavam. “Esse gesto foi a maior decepção de quando eu fiquei deficiente”, diz, com um tom magoado.
A situação enfrentada por Antônio Jorge Alves é a imagem precisa para definir as dores que a deficiência física pode causar. Afinal, há lesões muito mais graves de que aquelas que tiram o movimento das pernas, braços, ou mesmo de todo o pescoço para baixo. Se não receber apoio da família e não encontrar força psicológica para superar o problema, o deficiente pode ficar mutilado em sua estima, e se sentir incapaz para várias realizações, inclusive para amar.
“No amor, o deficiente precisa aprender a valorizar outras sensações”, explica o psicólogo Adriano Baratta, que atuou no Sarah. Além de estudioso do tema, Adriano viveu na própria pele essa realidade. Foi tudo muito rápido. Um mergulho de cabeça, uma forte pancada, o sangue misturado com a água. A medula se comprimiu, e Adriano ficou tetraplégico. Ele ganhou um novo corpo, e a cadeira de rodas virou companheira constante. Foi preciso recomeçar. “Quando retomei a vida sexual, tive a mesma sensação e insegurança de minha primeira vez”, lembra. “O sexo mudou. A mulher passou a assumir um papel mais ativo na relação”.
A sexualidade do deficiente físico é muito mais complexa do que se pode imaginar. Assim como ocorre com todas as pessoas, não dá para dizer que os corpos reagem de forma igual aos estímulos da carne. Tudo depende de inúmeros fatores, como altura da lesão na medula, gravidade da fratura, capacidade psicológica para enfrentar o problema, e qualidade no processo de reabilitação. “Nem todas as pessoas chegam a ter comprometimento da função sexual após a lesão”, explica o urologista Márcio Josbete Prado.
Lógica complexa.
Apesar do incidente da cama de casal, Antônio Jorge não deixou de ter um leito grande o suficiente para caber outras necessidades que não o sono. Em 1994, ele se separou da mulher e hoje, com uma certa freqüência, troca de namoradas. Mas, como sua cama, o sexo ficou pela metade. Ou melhor: assim como sua cama, o sexo mudou de formato. “Eu consigo manter ereção, mas não ejaculo nem sinto prazer. Atualmente, meu prazer maior é satisfazer minha parceira”.
Até hoje, Antônio tem, guardada nas costas, uma bala de revólver, triste lembrança daquele assalto. Foi tudo muito rápido, sempre é rápido. De repente, o pequeno pedaço de metal quente atravessou seu corpo, e ele caiu por cima das próprias pernas. “Foi horrível. Não sei porque, me senti como uma câmarade ar”. O tiro atingiu a coluna, e a medula ficou lesionada. A lesão impediu a comunicação entre os membros inferiores e o cérebro, e por isso Antônio deixou de movimentar as pernas. Mas, se é assim, como se explica o fato de ele ter ereção?
“Na ereção reflexa, não é preciso a comunicação com o cérebro”, diz Josbete Prado. O problema é que, muitas vezes, as ereções reflexas não são suficientes para o estabelecimento de uma relação sexual. “Às vezes, esse tipo de ereção dura pouco e não tem a rigidez necessária”, completa Prado. Mas para isso, existem vários santos remédios, como alguns não deficientes bem sabem. Viagra, papaverina, e mesmo a utilização de um anel que funciona como um garrote, mantendo o sangue dentro do pênis. Há também a possibilidade de colocação de prótese, feita com um fio de platina dentro de um tubo de silicone.
Há ainda muitos outros tratamentos. Quase todos têm suas contra-indicações e possíveis efeitos colaterais, e precisam de recomendação médica. Além do mais, “nada disso promove a ejaculação nem o prazer”, explica Prado. Adriano Barata completa: “Enquanto a pessoa acreditar que a sexualidade se limita apenas à genitalidade, será muito difícil descobrir novas formas de sentir o sexo”.
Novas possibilidades.
Depois que ficou paraplégico, Sandro Mota, 28 anos, passou a se preocupar muito mais com as preliminares. “Com Sandro, eu aprendi que sexo não é apenas penetração”, diz Rafaela Cunha, 23 anos, sua namorada. Sandro e Rafaela se conheceram na faculdade. Quando, pela primeira vez, ele a convidou para sair, Rafaela ficou mentalizando como Sandro iria lhe buscar. “Fiquei imaginando se alguém teria que ir junto com a gente, dirigindo o carro”. Para a sua surpresa, ele chegou sozinho, comandando um automóvel adaptado. No dia que fizeram sexo pela primeira vez, Rafaela também ficou um pouco preocupada. “Não sabia direito como eu devia agir, tem toda a questão das sondas. Mas ele foi natural, e não me deixou nem um pouco constrangida”.
Sandro teve que aprender muita coisa sozinho depois do acidente. Logo no início, ele não ejaculava. “Já tinha me acostumado com a situação. Até que um dia, aconteceu”, lembra. “Fiquei muito feliz, porque o médico me disse que eu poderia ter filhos”. A possibilidade de ter filhos é outra preocupação muito comum entre os deficientes físicos. Prado explica que até mesmo o deficiente que não consegue ejacular pode vir a ter filhos, desde que a zona da medula responsável pelo reflexo da ejaculação não tenha sido lesionada. “É preciso que se induza o reflexo da ejaculação”, explica. Isso pode ser feito com o estímulo de um vibrador que atinja a freqüência de 60Hz.
No caso das mulheres, a deficiência física não as faz perder a fertilidade – pode acontecer a dificuldade de manter a gravidez. Em termos fisiológicos, outra conseqüência é a perda da lubrificação – e esse problema pode ser resolvido com o uso de lubrificantes externos. E, se a lesão for total, a capacidade de alcançar o orgasmo acaba. Mas prazer é algo que pode ser reinventado – e, nas mulheres, isso é mais fácil. Afinal, culturalmente, o sexo feminino aprendeu a dar mais importância a outros aspectos que vão muito além da simples penetração.
Tesouro escondido.
Mesmo depois do fatídico acidente de carro, Mara Gabrilli continua experimentando subidas bem íngremes, com emoções de montanha russa. “Eu não sinto aquela descida do prazer”. Faz pouco tempo que Mara descobriu que essa subida incessante, sem um ponto final, era sua nova sensação de orgasmo. “Um dia percebi, é isso!”, diverte-se. Todo dia, Mara aprende alguma coisa com seu corpo. Desde que ela sofreu o acidente, passou a ver o sexo por outros ângulos, literalmente. “Da primeira vez foi estranho. Via muito o teto do quarto!”. Querendo alcançar um céu bem mais alto que o telhado, Mara se esforçou para desvendar os segredos do seu corpo, como se ele fosse um complicado mapa de escondidos tesouros. Com o tempo, ela mesma foi se descobrindo. E atualmente, sempre entrega o mapa da mina aos seus namorados. “Eu levo na esportiva. Vou dizendo, passo a passo, o que ele tem que fazer, pra onde ele precisa me carregar”. Às vezes, os pedidos são bem simples. “Peço um abraço”.

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Iuuuuupiiii, GANHÁMOS!

Publicado por Ana G. em Julho 8, 2009

Uma pesquisa do National Health and Social Life Survey indica que a disfunção sexual feminina é superior à masculina. Em mulheres entre 18 e 59 anos, 32% revelaram não ter interesse por sexo e 22% não acham o sexo uma fonte de prazer.

E pronto.

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tudo tem um lado lunar (?)

Publicado por Ana G. em Julho 2, 2009

A OMS diz que:

“A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual, ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental.”

Mas também pode ser: estranha, desconfortável, confusa, esquisita, desagradável,  disgusting e, particularmente, evitável.

Oooppss, se calhar estou com SPM :D

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E pronto, a ignorância ao seu mais alto nível:

Publicado por Ana G. em Julho 2, 2009

Campanha à porta das escolas

Plataforma Resistência Nacional incentiva pais a recusar aulas de educação sexual

Elementos da Plataforma Resistência Nacional começam hoje a distribuir cartas para que, na matrícula dos filhos, os pais não autorizem a frequência das aulas de educação sexual.

“As crianças portuguesas não podem ser cobaias de uma experiência educativa sobre aulas de educação sexual”, refere Artur Mesquita Guimarães, membro da comissão executiva da recém-criada Plataforma Resistência Nacional (PRN).

Contra as aulas de educação sexual na escola, a Plataforma inicia hoje, na Escola Júlio Brandão, em Famalicão, a entrega a pais e encarregados de educação de uma carta/matrícula. O documento, composto por um texto base onde os pais informam a escola de que não autorizam os filhos a participar “em qualquer aula, acção ou aconselhamento relativo a educação sexual”, deve ser assinado e entregue no acto da matricula ou da renovação da matricula de cada aluno.

“A carta que os pais devem entregar na escola que os filhos vão frequentar é juridicamente válida e ninguém deve ter medo de fazer valer os seus direito de educar os filhos”, frisa Mesquita Guimarães, pai de seis crianças, três delas a frequentar escolas públicas.

“A educação sexual dos nossos filhos é da nossa competência e é algo que fazemos, como pais, desde o seu nascimento, de um modo natural, integrado, progressivo, completo e respeitando as exigências das suas necessidades concretas, do seu crescimento e da sua dignidade pessoal”, refere a carta que a Plataforma quer que os pais entreguem nas escolas.

A distribuição das cartas será feita na rua. “Não pedimos autorização a ninguém para entregar as cartas aos pais porque estamos a agir dentro da legalidade”, diz a mesma fonte. A Plataforma Resistência Nacional criou já um gabinete jurídico on-line para responder a dúvidas que os pais ou encarregados de educação possam ter.

A legislação que prevê a existência da disciplina de educação sexual na escola ainda não foi aprovada. Contudo, os promotores da carta defendem que, na escola, os alunos apenas aprendam “a parte biológica do sexo”.

“A escola tem de respeitar a vontade dos pais e, mesmo sem as aulas de educação sexual, deve dar liberdade aos alunos para que assistam ou não a conferências ou palestras sobre esse assunto”, afirma ainda Artur Mesquita Guimarães. “Em todo o país, no maior número possível de escolas, queremos que os pais não autorizem os filhos a frequentar as aulas de educação sexual.”

“Não temos problemas com a educação sexual, apenas pomos em causa a obrigatoriedade de frequentar as aulas e o modelo proposto que não oferece qualquer garantia científica”, remata Mesquita Guimarães. A PRN tem mais de 400 apoiantes na ‘lista de cidadãos’, disponível na página da plataforma na Internet.

Fonte: Lusa

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rapazes, toca a abrandar o ritmo ;)

Publicado por Ana G. em Junho 30, 2009

Numa conferência sobre fertilidade, o autor da investigação, David Greening, explicou que tinha aconselhado os casais que tomaram parte na pesquisa a fazer sexo apenas a cada dois ou três dias e, para já, os resultados mostram-se positivos: o esperma de oito em cada dez homens revelou uma diminuição de 12% nos danos do ADN, ao fim de sete dias de sexo. Depois desta semana, os espermatozóides registaram também um ligeiro aumento na sua mobilidade.

Segundo a BBC, a teoria defendida pelo médico é de que o esperma, enquanto fica nos testículos, tem maiores probabilidades de acumular danos no DNA, além dos espermatozóides se tornarem mais lentos. O esperma está também sujeito à acção negativa dos radicais livres – pequenas moléculas reactivas que podem causar estragos nos genes e levar à morte das células – quando fica armazenado nos canais que o transportam para fora dos testículos.

David Greening admitiu que é necessário aprofundar o estudo para saber se uma vida sexual activa tem o mesmo efeito nos homens sem problemas de fertilidade, mas alertou também que fazer sexo diariamente durante um período muito prolongado pode levar a uma diminuição excessiva do esperma.

Ainda assim, recomendou “muito sexo” na altura em que a mulher está a ovular, já que à medida que os homens envelhecem o sexo deixa de ser tão frequente e, consequentemente, há maiores dificuldades em conceber. “Talvez estejamos a culpar as mulheres quando os casais envelhecem, mas pode haver um contributo do homem”, destacou o médico.

DN Ciência

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V Curso de Pós- Graduação em Sexologia Clínica da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica

Publicado por Ana G. em Junho 28, 2009

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Beiter Sexuality Preference Indicator

Publicado por Ana G. em Junho 16, 2009

O Professor Doutor John Beiter (Associação Americana de Educadores Sexuais, Conselheiros e Terapeutas – AASECT) contactou-me para que o ajudasse a divulgar em Portugal a ferramenta de comunicação sexual que criou e que está a ser amplamente aplicada nos EUA.

O BSPI © divide-se em 4 categorias: a) parceiro-orientação – definidas como as formas pelas quais o sujeito que gosta de dar início ou “ser iniciada” na actividade sexual; b) estimulação preferencial – a forma como é estimulada ou estimula; c) prazer – definida como o  indivíduo experimenta energia sexual nas suas relações íntimas; e c) rotina – definida como a maneira pela qual o indivíduo gosta de viver os seus encontros sexuais.

Para tirar o máximo proveito do BSPI, os sujeitos são incentivados a partilhar as suas preferências sexuais com o seu parceiro, com o objectivo de obterem um entendimento entre si, de uma forma saudável e que promova um nível mais profundo de intimidade sexual.

Sugiro que os colegas experimentem preencher o breve questionário que está online e que concluam se lhes será útil como ferramenta de abordagem.

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Eheheheh ;)

Publicado por Ana G. em Maio 25, 2009

oo

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Jornadas de Sexologia – SPSC – 28 Maio – Univ. Aveiro

Publicado por Ana G. em Maio 6, 2009

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SexLab

Publicado por Ana G. em Maio 4, 2009

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Saúde Sexual da Mulher e do Homem
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Objectivos: Este estudo, de cariz experimental, tem como principal objectivo melhorar o conhecimento acerca das experiências sexuais das mulheres e dos homens, segundo uma perspectiva biopsicossocial. Pretende-se, assim, testar o papel mediador das crenças sexuais, relacionamento, auto-estima sexual e aspectos disposicionais (e.g., sociossexualidade, inibição/ excitação sexual) na resposta sexual fisiológica e subjectiva a diferentes estímulos (estímulos eróticos e relacionais versus material sexualmente explícito) e instruções sexuais (imaginar companheiro versus imaginar estranho).

Estado da Arte: As contribuições teóricas e os estudos empíricos mais recentes têm demonstrado que, para se compreender a sexualidade quer masculina quer feminina, além dos aspectos biológicos, importa considerar factores psicológicos, nomeadamente cognitivos e emocionais (e.g., crenças e pensamentos, auto-estima sexual, afecto, etc.), bem como factores de natureza relacional, nomeadamente a qualidade do relacionamento (e.g., Basson, 2001, 2005; Bancroft, 2002; Dennerstein & Lehert, 2004; Dove & Wiederman, 2000; Graziottin & Leiblum, 2005; Leiblum, 2001; Sugrue & Whipple, 2001). Apesar destas contribuições e de algumas tentativas de conceptualização alternativas ao modelo clássico da resposta sexual (Masters & Johnson, 1966), poucos estudos empíricos têm considerado simultaneamente e de forma interrelacionada as referidas variáveis de modo a compreender o seu contributo relativo, de acordo com uma perspectiva ampla e integrativa. Por outro lado, a grande maioria dos estudos laboratoriais conduzidos, tem desvalorizado a possibilidade de inclusão de estímulos eróticos e de natureza relacional para melhor conhecer a resposta sexual, sendo usados, quase exclusivamente, contextos de estimulação baseados em material sexualmente explícito (quer para homens, quer para mulheres). Deste modo, tem sido difícil aprofundar o conhecimento acerca do papel dos factores relacionais e da interacção entre estes e os aspectos cognitivos e afectivos, tão intimamente ligados à sexualidade.

Para participar: Os participantes para este estudo serão mulheres e homens com idades compreendidas entre os 18 e os 50 anos, casados/as e/ou a viver com o/a companheiro/a há pelo menos 6 meses. Caso esteja interessado/a em participar deverá fazer um primeiro contacto telefónico para o número 234 370 644 ou para o número 93 447 90 10, ou se preferir, enviar email para: sexlab@dce.ua.pt. Dado que a sua deslocação ao laboratório implica custos relacionados com transporte ou alimentação, será concedido um montante para cobrir os custos de participação.

 

telefone: 234 370644

telemóvel: 93 447 90 10

e-mail: sexlab@dce.ua.pt

 

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;)

Publicado por Ana G. em Abril 14, 2009

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Lembram-se…?

Publicado por Ana G. em Janeiro 24, 2009

 

… de ter falado deste ’sítio’?

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Pois… está, então, na hora de deixar um abraço para todos e dizer um “até já” que demorará algum tempo.

Mas também de Vos ‘picar’ só um bocadinho, com umas feriazinhas prévias aqui:

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:P

 

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O eterno tabu da sexualidade na deficiência

Publicado por Ana G. em Dezembro 3, 2008

Esse garoto é seu filho mesmo? A pergunta constrangedora, que poderia motivar até um teste de paternidade, já foi feita algumas vezes para Henrique* [nome fictício], durante passeios feitos com a família. A dúvida, no entanto, não vem da falta de semelhanças físicas entre ele e o seu filho, um menino de cinco meses, ou de outro motivo qualquer.

Há quatro anos, Henrique precisou utilizar cadeira de rodas. O agravamento em um problema no joelho esquerdo o impossibilitou de continuar se locomovendo de muletas e aparelho ortopédico, como fazia antes. O uso da cadeira, segundo ele, é o principal motivo de alguns conhecidos imaginarem que ele e sua esposa não têm vida sexual ativa.

Esta quarta-feira, 3 de dezembro, é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Dados do Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informam que 24,6 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que equivale a 14,5% da população nacional, percentual bastante superior aos levantamentos anteriores, nos quais se observava um contingente inferior a 2%.


Além dos problemas de acesso, portadores de deficiencia enfrentam preconceito na vida sexual

“Existe sim a cultura que deficiente não pode transar. Algumas mulheres, às vezes, não se aproximam de um cadeirante pelo fato de acreditar que o mesmo não pode ter relações sexuais”, comenta Henrique. A sexualidade, uma questão que não está presente nem mesmo nas estatísticas oficiais – que contemplam educação, moradia, emprego e até mesmo saúde –, não é levada em consideração na elaboração de políticas de inclusão.

A verdade é que muitas pessoas ainda ficam surpresas com o fato de o portador de deficiência sentir prazer. “Primeiro, porque a sexualidade é considerada um tabu na sociedade brasileira. É muito difícil discutir e conversar sobre isso. Depois, o deficiente, que já vive numa sociedade como esta, é encarado como coitado, incapaz, como aquele que tem dificuldades. Então, o sexo para ele passa a ser um tabu muito maior”, revela o fisioterapeuta Nildo Ribeiro, mestre em Distúrbios do Desenvolvimento e coordenador do Curso de Fisioterapia da Faculdade Social, em Salvador.

Às vezes, até mesmo os serviços de saúde ignoram o fato de que o deficiente tem grande parte da capacidade e da potencialidade sexual preservada. “Infelizmente, num conceito ainda antigo de saúde, o sexo não é uma das prioridades. Mas ele é, pois faz parte da saúde. A saúde deve ser vista como um todo, ela não é só a ausência da doença. A saúde é tudo: o lazer, o sexo, a vida como um todo”, explica Ribeiro.

Para ele, os serviços de reabilitação, que acompanham o indivíduo desde a ocorrência da lesão, precisam de profissionais específicos que o orientem sobre a sexualidade. Os profissionais deveriam se unir à família para ajudar na discussão deste e de outros problemas. “Precisamos desmistificar o deficiente, caso contrário ele se tornará um indivíduo retraído, que não se expõe, que não vai à rua, não paquera, porque acha que os outros não irão corresponder”, afirma.

Caso a caso – Entre os vários tipos de lesões e traumas que podem deixar uma pessoa dependente de cadeira de rodas, a lesão medular é a que traz maiores alterações e prejuízos do ponto de vista sexual.

A lesão medular, oriunda de traumatismos ráqueo-medulares ou tumores de medula, ocorre em áreas sensitivas importantes, além de afetar também a locomoção. “Da região lombar para baixo, ele não mexe. Da altura dos mamilos para baixo, não existe sensibilidade. É muito específica a lesão medular, diferentemente de um Traumatismo Craniano Encefálico (TCE) ou de um acidente vascular. Todas estas lesões são incapacitantes, trazem seqüelas”, cita o fisioterapeuta.

Outras lesões, localizadas na coxa ou na perna, facilmente preservam a sensibilidade da região genital.  Pacientes hemiplégicos (que perderam os movimentos em um dos lados do corpo) também não costumam enfrentar problemas.

”A única diferença é que não podemos fazer posições sexuais que necessitam que fiquemos de pé. As demais fazemos com bastante amor e carinho. Garanto que é ainda bem mais prazeroso que muitos que não possuem nenhum tipo de deficiência”, diverte-se Henrique.

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VI Congresso Nacional da Associação Portuguesa de Neuro-Urologia e Uro-Ginecologia (APNUG)

Publicado por Ana G. em Novembro 17, 2008

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Grande Fotógrafo…

Publicado por Ana G. em Novembro 3, 2008

… o meu amigo Gu, que quase-quase conseguiu que se lesse o meu Poster :)

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Semi-Vídeo da apresentação no “Falar de sexo sem tabús”

Publicado por Ana G. em Outubro 21, 2008

Não prestem atenção à imagem porque foi obtida por telemóvel. O som está razoável. O fim da comunicação não coube na memória…

Foi o que se pôde arranjar :(

Aqui

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Canal TV Online

Publicado por Ana G. em Outubro 15, 2008

A Asociación de Discapacitados Gay irá colocar online um canal televisivo alusivo às temáticas que servem de base aos propósitos desta organização. Será certamente uma mais-valia.

O canal pode ser acedido em:

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Jornadas Sexualidade na Deficiência Motora

Publicado por Ana G. em Setembro 18, 2008

Correspondendo a um anseio antigo, vai o Serviço de Medicina Física e Reabilitação do Hospital da Prelada – Dr. Domingos Braga da Cruz, juntamente com a SFS – Saber Fazer Saber, Lda. levar a efeito, no dia 17 de Outubro de 2008, um Simpósio subordinado ao tema: “Sexualidade na Deficiência – Falar de Sexo sem Tabus“, no Fórum da Maia.

A Sexualidade pode constituir uma forma privilegiada de enriquecimento pessoal e relacional ou, pelo contrário, tornar-se uma fonte de sofrimento que afecta dramaticamente a vida de uma pessoa, quer a nível da realização pessoal, quer a nível relacional.
Falar de sexualidade, nos tempos de hoje, é ainda encarada com um certo pudor. E porque falar da vida sexual da pessoa com deficiência é até um tabu ainda maior, surgiu assim a necessidade de colocar em debate este tema pertinente com vista à melhoria dos cuidados prestados nesta área tão vasta e sensível.
Paralelamente ao evento, teremos também um concurso de Comunicações Livres e Posters, para os participantes mais interessados.

 

Mais informações disponíveis em:  www.sfs.pt  ou contacte para geral@sfs.pt

Ver Programa

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EU VOU… ao que realmente (me) interessa :)

Publicado por Ana G. em Julho 1, 2008

Prof. Doutor Erick Janssen

The Kinsey Institute (Indiana University, EUA)

 

CONFERÊNCIA

In the heat of the moment: The effects of mood and sexual excitation/inhibition on sexual interest, arousal, and risk taking

14 de Julho de 2008 14:30 horas Anfiteatro FPCEUC

(Certificados de participação sujeitos a inscrição prévia)

 

WORKSHOP

The Psychophysiology of Sex

14 de Julho de 2008 16:00 horas Sala 4.2 FPCEUC

(Profissionais: 25 Euros / Estudantes licenciatura 15 Euros)

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IIIIUUUPIIIIIIIIIII ;)

Publicado por Ana G. em Junho 27, 2008

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“Sexualidade na Deficiência: Falar de Sexo Sem Tabus”

Publicado por Ana G. em Junho 25, 2008

O serviço de Medicina Física e Reabilitação do Hospital da Prelada, no Porto e a SFS – Saber Fazer Saber, Lda. vão organizar no dia 17 de Outubro de 2008, no Forum da Maia, um Simpósio de Reabilitação subordinado ao tema: “Sexualidade na Deficiência: Falar de Sexo Sem Tabus” 
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PROGRAMA PROVISÓRIO

PROGRAMA DA MANHÃ

0 8 :30 Abertura do Secretariado
0 9 :15 Sessão Solene de Abertura
Dra. Ana Jorge
Exma. Sra. Ministra da Saúde (aguarda confirmação do Secretario de Estado)
Dr. Albino Aroso
Ex-Secretário de Estado da Saúde
Dr. Luis Monteiro
Director Clínico do Hospital da Prelada
Dra. Manuela Pereira Leite
Directora do Serviço de MFR do Hospital da Prelada
Dr. João Cottim Oliveira
Provedor Metropolitano do Porto para os Cidadãos com Deficiência
0 9 :30 PAINEL I
UMA ABORDAGEM À SEXUALIDADE
Moderador: Paula Mateus (MFR; Hospital da Prelada)
Enquadramento Conceptual da Sexualidade do Ser Humano
Sandra Loureiro (Enfª; MFR do Hospital da Prelada)
Impacto das Lesões Vértebro-Medulares na Sexualidade
Rúben Almeida (Médico Fisiatra; MFR Hospital da Prelada)
1 0 :30 Intervalo: Coffee-Break (oferta)
1 0 :45 PAINEL II
FACTORES QUE INTERFEREM NUMA SEXUALIDADE SAUDÁVEL
Moderador: Mª Céu Amorim (MFR; Hospital da Prelada)
Desafios à Sexualidade Pós TVM
Palestrante a definir (Enfº; Hospital a Definir)
Incontinência Urinária e Sexualidade
Perspectiva da Fisioterapia Uroginecológica
Rui Viana (Fisioterapeuta; MFR Hospital S. João)
Mª José Ribeiro (Enfª; Hospital S. João)
A Espasticidade, a Reducação Vesical e Intestinal
Como Interferem e Como Controlar?
Palestrante a definir (Médico; Hospital a Definir)
1 2 :15 Apresentação de Comunicações Livres I
1 2 :30 Pausa para Almoço
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PROGRAMA DA TARDE
1 4 :30
Apresentação de Comunicações Livres II
1 5 :00
PAINEL III
SEXUALIDADE SAUDÁVEL NA PESSOA COM LESÃO MEDULAR
Moderador: Fátima Albuquerque (Fisiatria; Hospital da Prelada)
Lesão Vértebro-Medular: Re-Habilitar Para Uma Nova Sexualidade
Dra. Ana Garrett (Psicóloga; Hospital Rovisco Pais)
O Outro Lado da Diferença: Os Caminhos da Sexualidade no Deficiente Motor
Prof. Dr. Jorge Cardoso (Psicólogo; Hospital Júlio de Matos)
Testemunho Real Palestrante a definir (Pessoa com lesão medular a definir)
1 6 :30 CONFERÊNCIA I Expressão Corporal e Expressão dos Afectos sessão de relaxamento
Carolina Mota (Fisioterapeuta; Fisiatria Hospital da Prelada)
Filipa Vieira (Psicóloga; Hospital da Prelada)
1 7 :00
PAINEL IV
A CIÊNCIA AO SERVIÇO DA SEXUALIDADE NA PESSOA COM LESÃO MEDULAR
Moderador: Carolina Mota (Fisiatria; Hospital da Prelada)
Capacidade Reprodutora na Pessoa com Lesão Medular
Profª. Dra. Mª João Andrade (Médica Fisiatra; Hospital G. Sto António)
Mecanismos de Compensação noTratamento da Disfunção Eréctil
Rúben Almeida (Médico Fisiatra; Hospital da Prelada)
Testemunho Real
Palestrante a definir (Pessoa com lesão medular a definir)
1 8 :00
Entrega de Prémios aos Melhores Trabalhos:
- Comunicações Livres
- Posters
1 8 :30
Sessão Solene de Encerramento
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APOIO
Serviço de Medicina Física e Reabilitação do Hospital da Prelada
Porto
LOCAL
Fórum da Maia
DATA
17 de Outubro de 2008, 08h30 – 19h00

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Grounded

Publicado por Ana G. em Junho 22, 2008

“…teorizar é um acto de construção.”  Strauss & Corbin, 1998 

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Lições eficazes

Publicado por Ana G. em Junho 19, 2008

“… parece que o meu orgasmo agora é mais prolongado, parece que dura mais tempo, não sei explicar… é como se tivesse algum dispositivo dentro de mim que me aumentasse a duração, mas tivesse diminuído a intensidade com que o sinto. Nem sei se deva chamar orgasmo, é mais longo mas não tão forte, percebe?”

Percebo, claro. Os livros não explicariam melhor!

 

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Back to reality

Publicado por Ana G. em Junho 16, 2008

Ainda com o coração a cheirar a manjerico, o paladar a saber a caracóis e a chá vermelho e com uma brutal constipação como souvenir do ar condicionado da CP, eis que me embrenho ou embrulho ou whatever, no relatório anual de actividades para a FCT.

Impressiono-me quando penso que já passaram nove meses e meio e eu ainda não fiz NADA DE JEITO!

Buuuuááááááá :(

 

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Publicado por Ana G. em Maio 22, 2008

Tenho que aprender tudo outra vez sobre o sexo, senão acho que o meu marido vai tratar-me como uma deficiente e não vai querer tocar-me. Assim quero mostrar-lhe que fiquei sem andar, mas não sem sexualidade!

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Colaborar na investigação

Publicado por Ana G. em Maio 18, 2008

Eis que a primeira parte da entrevista começa agora a ser passada.

Portanto, peço a todas as pessoas com LVM que visitam este blog e que estejam interessados em colaborar na investigação “Reabilitação da sexualidade do lesionado vértebro-medular”, que me contactem para o email: ana-garrett@roviscopais.min-saude.pt, para que possamos acordar como proceder.

obrigada a todos,

Ana Garrett

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Reciprocidade

Publicado por Ana G. em Maio 11, 2008

“… Esta deficiência é demasiado grande para considerar uma relação amorosa. Quando se tem uma relação tem que se estar convencido que se deve dar e receber na mesma proporção; com pessoas como eu existe demasiado receber e muito pouco dar…”

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De volta…

Publicado por Ana G. em Abril 28, 2008

Uma semana muito agradável. É este o balanço. Serviu para muitas coisas, mas essencialmente para descomprimir algumas compressões ;)

A minha comunicação, “Ferramenta de abordagem à sexualidade do lesionado vértebro-medular”, fez parte de uma mesa extremamente interessante e pertinente, de onde realço a intervenção do Dr. Luis Barriga e a do Dr. Miguel Catrim Talina. No final, a pedido da moderadora da mesa, acabámos por ficar à conversa já largamente depois do tempo, para que pudessemos, em conjunto, reflectir mais acerca da reabilitação da sexualidade dos LVM. Foi gratificante e muito motivador.

Mas seria um crime estar naquele paraíso e não prevaricar um pouquinho só que fosse e para tal contei com a ajuda inestimável da minha Colega, que é um pequeno demónioZinho, quando toca a desafios para a ‘má vida’, senão vejamos:

 

 

E mais não mostro, que aí sim, seria uma inveja muito feia e a inveja faz úlceras :D

 

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O nosso sul…

Publicado por Ana G. em Abril 18, 2008

  … é este :)

 

e será aqui que me encontrarão nos próximos dias, exacerbadamente ocupada com a seguinte programação:

1º dia

2º dia

3º dia

Os outros dias todos vão ser um tremendo tédio………………. :D

Até já ;)

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Estudo nos Estados Unidos – Parte II

Publicado por Ana G. em Abril 16, 2008

Portadores de lesão medular, homens e mulheres, procederam à identificação diferencial do grau de importância que determinado factor tem nas suas vidas (Anderson, K.; Reeve-Irvine Research Center/Dept. of Neurosurgery):

 

 

%

Resposta

 

Lesão medular resultante em paraplegia

Mulheres

 

Lesão medular resultante em

Paraplegia

Homens

 

 

Lesão medular resultante em

Tetraplegia

Mulheres

 

 

Lesão medular resultante em

Tetraplegia

Homens

 

 

Função braço/mão

 

______

 

______

 

52%

 

46%

 

 

 

Função sexual

 

30%

 

24%

 

 

10%

 

14%

 

Estabilidade do tronco

 

 

19%

 

16%

 

14%

 

9%

 

Controlo de esfíncteres

 

 

20%

 

18%

 

8%

 

10%

 

Caminhar

 

10%

 

17%

 

 

6%

 

8%

 

Dor crónica

 

 

16%

 

16%

 

4%

 

6%

 

Sensação

 

 

5%

 

9%

 

6%

 

7%

 

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Estudo nos Estados Unidos – Parte I

Publicado por Ana G. em Abril 16, 2008

Portadores de lesão medular procederam à identificação das áreas prioritárias para investigação (Anderson, K.; Reeve-Irvine Research Center/Dept. of Neurosurgery:

 

 

 

 

Prioridades

 

Lesão medular resultante em paraplegia

Homens/Mulheres

 

Lesão medular resultante em tetraplegia

 Homens/Mulheres

 

 

Função braço/mão

 

_______

 

 

 

1ª escolha

 

Função sexual

 

1ª escolha

 

2ª escolha

 

 

Estabilidade do tronco

 

 

3ª escolha

 

3ª escolha

 

Controlo de esfíncteres

 

 

2ª escolha

 

4ª escolha

 

Caminhar

 

4ª escolha

 

5ª escolha

 

 

….

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19th WAS World Congress of Sexual Health

Publicado por Ana G. em Abril 10, 2008

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“Sexualidade na Deficiência”

Publicado por Ana G. em Março 27, 2008

Ontem à noite juntei-me aos colaboradores da AICIA (Arouca) e da CERCI (S. João da Madeira) para a última sessão do Módulo ‘Burnout’, parte integrante da “Sexualidade na Deficiência”.

Consigo fazer um balanço positivo. O grupo foi fantástico, cheio de paciência para me ouvir (uns dias mais que outros), mas no seu conjunto, interessado, motivado e participativo. E ainda por cima decidiram dar-me prendas e tudo. Parecia Natal :)

No regresso a casa (ainda demoro uma horita de estrada) pensei na possibilidade de nunca mais voltar a ver algumas daquelas pessoas e senti pena por isso. A manutenção das relações requer um esforço tão titânico…

Obrigada. Gostei imenso de estar este tempo convosco. Obrigada às Instituições, nas pessoas das suas Direcções, que manifestaram interesse por esta temática, respeitando o mais básico dos direitos do ser humano.

Aqui fica a sinalização do Jornal Regional. (atentem à arte de fotografar da Dra. Dulce) :D

Aqui fica um link para uma coisa boa que me derreteu imenso :)  

Já sabem, estou aqui. Abraços a todos, Ana G. 

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1950-1960

Publicado por Ana G. em Março 17, 2008

No histórico da sexualidade em língua portuguesa, encontramos, atónitos, os seguintes conselhos/orientações:

1. Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas;

2. Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar o seu carinho e provas de afecto;

3. A desordem numa casa de banho desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa;

4. A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de o incomodar com serviços domésticos;

5. Se o seu marido fuma não reclame se houver cinza no chão, mas espalhe cinzeiros por toda a casa;

6. A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar uma mulher por não ter resistido às experiências pré-nupciais;

7. Mesmo que um homem consiga divertir-se com a sua namorada ou noiva, na verdade ele não irá gostar de ver que ela cedeu;

8. É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido;

9. O lugar da mulher é no lar; o trabalho fora de casa masculiniza.

… and so on, and so on… não consigo deixar de pensar que o homem era a ‘norma’ e a mulher o ‘E.T.’, com absoluta necessidade de ser domesticada por fim a poder fazer parte da sociedade sem causar problemas de maior. Mas tal como vários E.T. que todos nós conhecemos, pode acontecer que um ou outro  se ‘tresmalhe’ e faça das suas ;)

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MEDO!

Publicado por Ana G. em Março 14, 2008

Na segunda metade do séc. XIX, no livro “Tratado sobre a impotência e a esterilidade  no homem e na mulher” (1855), o Dr. Roubaud descreve o orgasmo duma forma que se assemelha a uma grande catástrofe ou a um filme de terror. Senão vejamos:

“No orgasmo a circulação acelera-se. Os olhos, violentamente injectados tornam-se esgazeados. A respiração, ofegante e entrecortada em alguns, se suspende noutros. Os centros nervosos congestionados transmitem apenas sensações e volições confusas. Os membros, tomados por convulsões e às vezes por cãibras, agitam-se em todos os sentidos ou estendem-se e enrijecem como barras de ferro; os maxilares cerrados fazem ranger os dentes e algumas pessoas levam tão longe o delírio erótico que, esquecendo o companheiro da sua volúpia, mordem até sangrar um ombro que alí ficou incautamente abandonado. Este estado frenético, esta epilepsia e esse delírio, geralmente duram pouco. No entanto bastam para esgotar as forças do organismo.”

Pois bem, agora faz sentido a suposta ‘falta de desejo feminino’ vivida na época vitoriana, até porque a ideia de que a mulher possuia carências de ordem sexual, depois desta descrição tão motivadora, foi afastada como uma calúnia vil. Eu cá não me iria meter nisso :D

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Quarta-feira, 12 Março

Publicado por Ana G. em Março 11, 2008

No auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra e integrado nas Jornadas Multidisciplinares 2008

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Teoria do Amor

Publicado por Ana G. em Março 2, 2008

Love Theory

Fácil, não é?

;)

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